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Penedo - Novo bar com música ao vivo

por Nuno Saraiva, em 01.05.17

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publicado às 23:34

Origem do Prego - Colares?

por Nuno Saraiva, em 30.04.17

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Júlio Cortez Fernandes, num post no seu blog, apresentou a teoria, bem fundamentada que o nome do petisco prego, tem origem em Manuel Dias Prego na Praia das Maçãs.

 

O "prego" iguaria  popular e deliciosa, da qual sou  apreciador e consumidor assíduo, suscitou  curiosidade de procurar  saber como teria surgido na culinária nacional e quem seria  seu "inventor". Laboriosas pesquisas e centenas de degustações, permitiram encontrar, finalmente, a solução do "enigma".

O querido amigo, correligionário ilustre Sintrense José Alfredo da Costa Azevedo, autor de interessantes e eruditos trabalhos versando  a historiografia do concelho de Sintra, no livro: " VELHARIAS DE SINTRA VI" edição de 1988, promovida pela Câmara Municipal, escreveu, relativamente aos primeiros "edificadores" da Praia das Maçãs e refere, Manuel Dias Prego, que iniciou negócio de "comes e bebes", no final do século XIX. Locanda rudimentar onde servia vinhos de Colares, para acompanhar fatias de carne de vitela, fritas ou assadas, acondicionadas em saboroso pão proveniente de fornos das redondezas. O negócio prosperou, dada fama que as "bifanas do prego" granjearam.

O petisco entrou no vocábulo da gíria popular no princípio do século XX, com designação simplesmente, "prego" em memória do "criador" do pitéu.

Gente doutras localidades do concelho de Sintra, copiou a "ementa" iniciando a propagação, ajudada pela circunstância de passar  fazer parte da gastronomia da Feira das Mercês; feirante teria há cerca de um século na zona de Rio de Mouro aberto estabelecimento onde servia pregos durante todo ano. Descendentes, mantiveram a tradição e fundaram a mais antiga casa "pregueira", no concelho de Sintra, restaurante "O ARCO ÍRIS" junto estação ferroviária de Rio de Mouro, vai para cinquenta anos.

Difundido por todo o Pais o prego no entanto, continua a ser servido com mais profusão no Município de Sintra, não admira, graças a Manuel Dias Prego, por volta de 1889 nasceu  na então Vila Nova da Praia das Maçãs freguesia de Colares, concelho de Sintra.

A foto é do livro citado no texto.Dedico este "post" ao saudoso José Alfredo, recordando as nossas conversas na varanda da sua casa, com vista e coração sobre Sintra. 

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publicado às 11:58

COOLARES SPRING MARKET

por Nuno Saraiva, em 30.04.17

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 COOLARES SPRING MARKET
A Primavera está ao rubro no mercado mais selecto de Portugal. Vamos abrir as portas desta quinta centenária para dar a conhecer as novas tendências para a nova estação, em mais um evento powered by Xicalarica. Aqueles vendedores especiais, escolhidos a dedo, num espaço único entre a serra e o mar onde toda a família se diverte.
Esperamos por todos para um dia diferente!
HORÁRIO: SÁB e DOM, das 11h às 19h
Entrada gratuita
(Para informações e inscrições: coolaresmarketbyxica@gmail.com)
Adira ao evento e saiba mais aqui:https://www.facebook.com/events/1284641831643372

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publicado às 11:33

Sim ou Sopas 6 de maio

por Nuno Saraiva, em 27.04.17

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publicado às 19:26

Mercado das Bagageiras - abril

por Nuno Saraiva, em 27.04.17

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publicado às 19:12

1.º Festival da Sapateira BVA

por Nuno Saraiva, em 27.04.17

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publicado às 19:00

Areia

por Nuno Saraiva, em 20.04.17

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Este ano desapareceu a piscina.. Será que vamos ter paraíso na Praia Grande?

 

 Foto de Victor Barreto.

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publicado às 14:11

Concerto da Pascoela 2017 - Almoçageme

por Nuno Saraiva, em 19.04.17

 

 

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publicado às 08:01

Malvasia Colares

por Nuno Saraiva, em 18.04.17

Para o Verão que aí vem o Arenae Malvasia de Colares é um branquinho que assenta na boca como um sopro salgado de maçãs e maresia.

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Os vinhos de Colares são dois: o branco, da casta Malvasia de Colares, e o tinto, da casta Ramisco. Ambos são raros, únicos, imprevisíveis e maravilhosos.

É bom partilhar um clima com um vinho. O aquecimento global é uma certeza científica (e enológica) mas cada ano, cada mês é diferente. São muito poucas as uvas Malvasia de Colares e Ramisco. Duas horas chegam para ver todas as vinhas. As vinhas são interessantíssimas. Mesmo quem nunca tenha provado um vinho de Colares há-de deliciar-se com as dificuldades imensas de cultivar as uvas. É emocionante ver como as vinhas resistiram historicamente à filoxera. Mas mais emocionante ainda é ver o que é preciso fazer para ajudá-las a sobreviver aos próprios elementos que lhe dão personalidade.

Uma das razões que me levou a vir viver para Colares foi estar apaixonado pelos vinhos que aqui se fazem. São vinhos que, quanto mais se conhecem, mais se admiram.

O Colares Malvasia é há muitos anos o meu branco português favorito. Cada colheita pode ser um milagre mas, para os apreciadores que se habituaram à magia dele, é reconfortante que consiga manter-se delicioso. É um vinho romântico que não só permite devaneios (o mar, o sal, o vento, as neblinas, a areia, as maçãs reinetas, o sol, as canas, o céu) como os encoraja.

 

Continuar a ler

Miguel Esteves Cardoso, in Publico Life and Style 

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publicado às 12:57

Os ébrios

por Nuno Saraiva, em 07.01.17

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Se olho em volta de mim, se paro, se contemplo,

Vejo abrir um bordel dentro de cada templo,

São cheios os quartéis, repletas as igrejas.

Os ébrios histriões e as ébrias colarejas

Cantam nas espirais do fundo sorvedoiro.

Cada corpo gentil vale um punhado d'oiro.

 

 

Guerra Junqueiro, A Morte de Dom João, Lello & Irmão, Lisboa,página 31

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publicado às 22:32


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