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Foi lançado recentemente mais um blog na Freguesia de Colares. É o blog do Grupo Cénico Pérola da Adraga. Grupo de teatro amador nascido na Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme.
Ao grupo Pérola da Adraga os desejos do maior sucesso.
PÉROLA DA AGRAGAA notícia da ordem de demolição da Mansão de João Justino, trouxe Colares de volta à imprensa.

19 de Novembro (Domingo)
Sócios 3E (inclui Entrada & Seguro) Não Sócios 5E
09h00 - Concentração no Largo da Igreja Paroquial de Colares
Inscrições Escritório Sara Regueira Jorge - Mucifal
21 928 22 03 - 96 300 43 89 - 96 53 84 336
(Inscrições limitadas até 18 de Novembro (Sábado) até às 18 Horas
(Para usufruir do SEGURO)
No dia do Passeio não esquecer o Bilhete de Identidade ou o Cartão de Eleitor
Organização Banda B.V. Colares integrado nas comemorações do seu 115º Aniversário
Foto: Tht studios (Creative Common)
O Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente Europeu, reúne uma admirável beleza paisagística a um excepcional valor ambiental, sendo certamente um local que merece uma visita guiada. Sugerimos-lhe trilhos que vale a pena seguir.
Muito famoso por ser o local mais ocidental do continente europeu, o Cabo da Roca, também denominado "Focinho da Roca" pelas gentes ligadas às coisas do mar, e mais poeticamente por "Promontório da Lua", integra-se no Parque Natural de Sintra Cascais, o qual engloba uma vasta área de interesse natural e beleza paisagística que vai desde a Cidadela de Cascais até à foz do rio Falcão.
Da praia do Abano à praia da Adraga, passando pelo Cabo da Roca, encontramos inúmeros aspectos de interesse biológico, geomorfológico e até arqueológico, que se podem descobrir caminhando pelas arribas cortadas por vezes por estreitos percursos de água que se dirigem a pequenas praias, algumas delas um pouco escondidas e de difícil acesso, despertando assim, ainda mais a nossa curiosidade. Seria impossível apreciar tudo isto num só dia! A sua beleza, diversidade florística e faunística e a sua geologia, merecem ser apreciadas com tempo e calma. Existem pois, motivos, não só para uma, mas para várias visitas a esta área do Parque Natural.
Propício para o fotógrafo e o amante da natureza que gosta de caminhadas, mas com lugar também para outras actividades mais radicais como o mergulho, surf, escalada, orientação e desportos não motorizados de duas rodas.
COM SINTRA PELO CAMINHO
Podemos desde logo aproveitar a pequena viagem de Lisboa e torna-la numa descoberta, pois existem várias maneiras de lá chegar. E vale a pena dar uma volta maior, demorar um pouco mais e apreciar a paisagem e até parar numa das vilas para apreciar os famosos pastéis, e travesseiros de Sintra entre outras guloseimas da doçaria local.
Um dos mais bonitos percursos que se pode fazer é contornar a serra pelo Norte. Seguindo pela IC19 até Ranholas mas seguindo em frente na rotunda, em direcção a Sintra. De Sintra seguimos em direcção a Colares, por uma estrada muito pitoresca e cheia de curvinhas ladeada por diverso arvoredo, bonito de se ver num fim de tarde, quando a luz dá um tom quente à folhagem em contra luz. Acompanhando esta estrada existe a antiga linha de caminho de ferro (dos eléctricos), que está a ser reabilitada para fins turísticos, e que levava os habitantes de Sintra à Praia das Maçãs. Chegando a Colares, viramos para Sul, seguindo pela estrada que passa pela a Azóia e nos leva, sem engano, ao Cabo da Roca.
Existe um rotunda mesmo no fim da estrada, onde podemos deixar o carro e iniciar o nosso percurso a pé. Uma das primeiras coisas a visitar é o farol e o cruzeiro que fica na pontinha do cabo. Tem-se daí uma espectacular vista, principalmente para norte, das praias da Aroeira e da Ursa.
A MALHADA DO OURIÇAL
Para chegarmos ao trilho da Malhada do Ouriçal, que se faz com pouca dificuldade, descemos ao longo da costa, em direcção a sul, pelas escarpas, indo dar a um ribeiro que cai em cascata para a praia. Podemos aí virar à direita, onde há uma descida. A partir daqui, a descida faz-se com mais cuidado, pela rocha abaixo. A malhada é o nome que se dá a uma praia de calhaus, sem areia. Da praia avistamos algumas rochas muito fotogénicas emergindo do meio do mar. Se a maré estiver vazia podemos passar para norte, e fazer um caminho diferente de volta até ao cabo. Por aqui deparamos com grandes pedras ali caídas, com umas pequenas figueiras nascidas no meio, e por onde se pode subir. Aí encontramos durante boa parte do ano o cravo Dianthus cintranus que só existe no Cabo da Roca. É preciso ter cuidado para não os pisar, não só por que são bonitos e por respeito à Natureza, mas também porque estão em perigo de extinção, sendo por isso uma espécie protegida por lei. Existe um trilho sempre a subir que nos leva até à parte mais escarpada da falésia e aí, com ajuda duma corda que ali existe, podemos subir. Esta última parte do percurso é um pouco mais difícil para os menos ágeis, mas ainda assim, acessível.
Um bom texto de Carlos Neves no Site NATURLINK. Um passeio a fazer sem falta!!!

A Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares cumprimentou no dia 1 de Novembro os seus sócios percorrendo as ruas de Colares na habitual arruada. Foram visitadas as instituições da terra tais como o Sport União Colarense, A Junta de Freguesia de Colares, a G.N.R. e os Bombeiros Voluntários de Colares. A Banda foi também simpaticamente recebida na Quinta Mazziotti (Comendador João Justino) e na Quinta do Murraçal.
Antes o nosso grupo de música sacra acompanhou o coro da igreja na missa.
Há noite houve concerto da Orquestra Regional de Colares e da própria Banda numa sala que esteve cheia de audiência. Nesta noite houve a habitual entrega de diploma de estreia a Afonso Lopes e entregas de estrelas comemorativas de 20 anos de músico a Rita Dias e a Luis Lopes.
Houve uma simples mas sentida homenagem a António Caruna, há muitos ligado a cargos directivos da Banda e dos Bombeiros. António Caruna passou a ter a sua foto na sede da banda. É bom quando estas homenagens acontecem em vida.
Foi bom o 115.º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares
