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A casa da Quinta Mazziotti.

por Nuno Saraiva, em 23.12.06
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Outra perspectiva.. Digamos que é uma perspectiva com invasão de propriedade

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publicado às 19:40

Aniversário da banda

por Nuno Saraiva, em 06.11.06

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A Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares cumprimentou no dia 1 de Novembro os seus sócios percorrendo as ruas de Colares na habitual arruada. Foram visitadas as instituições da terra tais como o Sport União Colarense, A Junta de Freguesia de Colares, a G.N.R. e os Bombeiros Voluntários de Colares. A Banda foi também simpaticamente recebida na Quinta Mazziotti (Comendador João Justino) e na Quinta do Murraçal.

Antes o nosso grupo de música sacra acompanhou o coro da igreja na missa.

Há noite houve concerto da Orquestra Regional de Colares e da própria Banda numa sala que esteve cheia de audiência. Nesta noite houve a habitual entrega de diploma de estreia a Afonso Lopes e entregas de estrelas comemorativas de 20 anos de músico a Rita Dias e a Luis Lopes.

Houve uma simples mas sentida homenagem a António Caruna, há muitos ligado a cargos directivos da Banda e dos Bombeiros. António Caruna passou a ter a sua foto na sede da banda. É bom quando estas homenagens acontecem em vida.

Foi bom o 115.º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

 

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publicado às 09:49

Luxo para alugar

por Nuno Saraiva, em 30.08.06

Artigo na revista VIDAS do Correio da Manhã de 26/08/2006 onde são referidas, entre outras, a quinta da esposa de Vale Azevedo, nas Casas Novas, e a Quinta Mazziotti.

 

AMOR À HISTÓRIA

Por amor aos seus cães e ao ambiente da serra de Sintra, Susana Maggiolli, arquitecta de interiores e namorada do advogado da Casa Pia Joaquim Mota, abandonou a sua casa em Cascais há 12 anos e adquiriu uma quinta histórica em Colares. "Procurei casas com espaço suficiente para ter os meus cães longe do trânsito e da civilização. Sou uma romântica e estou encantada por viver aqui", confidencia a arquitecta.

A quinta seduz pela sobriedade arquitectónica, a vista para a serra de Monserrate e o pormenor histórico, assinalado por uma lápide, de ter sido residência do cientista e médico Carlos França. "Adquiri-a quase em ruínas e fez-me confusão ver o seu estado de abandono", garante, adiantando que a casa está em vias de classificação como Imóvel de Interesse Público há mais de 20 anos. "Tenho imensas obrigações e nenhum benefício", lamenta.

À parte residencial sucede a capela e os jardins. No interior, as salas são decoradas a frescos e painéis de azulejos oitocentistas. "O anterior residente era americano e destruiu muitas obras. Aliás, o recheio da casa é basicamente todo meu. Estava tudo muito maltratado", conta. Susana já gastou "bastante" dinheiro na recuperação da quinta e tem uma certa vaidade na obra feita.

"Só na adega suportei custos no valor de 250 mil euros. Restaurar não é o mesmo que construir de raiz", sublinha. Por isso, resolveu rentabilizar o espaço, dedicando-se aos eventos. "Os dividendos são aplicados na recuperação e no restauro", afirma. Curiosamente, a arquitecta inspirou-se numa das actividades da avó, Judite Garcêz Maggiolli, para garantir que os restauros continuem de vento em popa.

"A minha avó dinamizava Sintra no tempo do Marechal Carmona. Era convidada a organizar festas, os ralis do Casino e recepções. Inspirada nessa faceta comecei a ceder a quinta para eventos e casamentos", confessa, não colocando de parte a hipótese de ter outro tipo de serviços, nomeadamente o aluguer das 12 suites da quinta. Susana também empresta o espaço para produções fotográficas: "O último a vir cá foi o Marco Paulo, que ficou deslumbrado com o sítio".


CASAMENTOS EM SINTRA

Em 2003, quando João Vale e Azevedo, advogado e ex-presidente do Benfica, cumpria uma pena de prisão de três anos e meio, a mulher, Filipa, começou a rentabilizar parte da casa onde residem, em Almoçageme, Sintra. Hoje, ela aluga para casamentos três patamares da quinta onde está integrado um recinto envidraçado, o jardim e o ‘court’ de ténis com capacidade para receber 300 pessoas.

A Vidas apurou que quem quiser alugar o espaço trata directamente com Filipa Vale e Azevedo, sendo que a quinta tem um contrato com a Casa da Comida para o fornecimento do ‘catering’. Aos noivos e pais, a anfitriã oferece uma prova de menus. Quem aluga são, sobretudo, filhos de colegas advogados e apoiantes de João Vale e Azevedo quando este era presidente do Benfica. O casal tem ainda uma casa de férias em São Martinho do Porto para uso próprio.

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publicado às 09:42

A outra parte da Quinta Mazziotti

por Nuno Saraiva, em 03.08.06

Conheço a Quinta do França como poucos. Na minha infância e pré-adolescência passei lá muitas tardes, ora a andar de bicicleta, ora a jogar ao monopólio, ora a apanhar folhas de amoreira para alimentar os bichos da seda do Michael, filho de um dos donos e meu amigo.

A quinta é muito grande e a sua manutenção implica muito tempo e/ou dinheiro, e como o actual proprietário pode dispor desse dinheiro há zonas da quinta que estão francamente melhores. Nomeadamente a zona do tanque/cascata e toda o terreno daí em direcção ao Penedo, que anteriormente era quase mato bravo, agora está organizado (incluindo um trilho para moto4).

A construção do muro foi uma enorme decepção para mim, que gostava muito daquela vista, mas há duas coisas que não podemos esquecer:

-Existia de facto um muro anterior, ruído na maioria da sua extensão;

-É compreensível que uma pessoa deseje vedar o acesso à sua propriedade.

Segundo a minha avó, que já não está entre nós, o muro original dava pela cintura, como era aliás característico desta região, isto é, delimitava mas não vedava. Mas já há muito tempo que não havia muro. Desconheço a legislação aplicável, mas suponho que tenha havido autorização para a construção do muro. Tem o proprietário direito a vedar o acesso à sua propriedade ou pode ser obrigado a não o fazer por motivos de organização do território?

A mim não me choca a construção do palacete propriamente dito, apesar de não ser fã da arquitectura escolhida, mas sim o modo ilegal como parece terem sido obtidas as licenças de construção. Mas este é um problema mais nacional que local, isto é, é descabido que Presidentes e Altos funcionários das Câmaras Municipais possam licenciar as suas próprias obras e construções. É mau. É imoral. É daí que surgem as pressões e as alegadas tentativas de corrupção. Devia haver um órgão do governo que licenciasse toda a construção que pertencesse aos funcionários da Câmara e familiares.

Apesar de nos outros blogs da região se falar em ilegalidade, é muito possível que tudo esteja legal, a lei é que é má, ao permitir estas situações. A Câmara licenciou as construções. Agora se decidir demolir terá que indemnizar João Justino.

Não consigo deixar de me recordar da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, que já viu uma sede demolida, e tem visto todos os seus projectos de construção de uma nova sede recusados, devido a entraves sempre colocados pelo PDM, Ornamento do Território, Paisagem protegida, etc. etc.

A solução parece-me ser só uma: Elegermos um Presidente da Câmara.

 

 

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publicado às 11:03

Quinta Mazziotti

por Nuno Saraiva, em 23.07.06

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Vai casar? Já pensou em fazer o "copo d'água" na Quinta Mazzioti, em Colares?

A Quinta Mazziotti é um belo exemplar da residência setecentista, impõe-se pela sobriedade da sua arquitectura, com o desenvolvimento da casa em comprimento, sucedendo-se à parte residencial a capela e jardins.

Situada no ponto mais alto de Colares, com ampla vista para a Serra de Monserrate, este palácio nos seus interiores tem amplas salas decoradas a frescos e painéis de azulejos oitocentistas.

Tem ainda o pormenor histórico assinalado por uma lápide por aqui ter vivido e feito as suas pesquisas científicas de repercussão internacional Dr. Carlos França, lembrado em Sintra com um bonito monumento.

Contactos:

Quinta Mazziotti 
R. Cândido dos Reis, 46
2705-191 COLARES
Tel: 219 283 659 Fax: 219 283 659 Tlm: 962 736 765

Pode consultar a ementa ou ver fotografias no site da Quinta Mazziotti:

 Quinta Mazziotti

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publicado às 22:50


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