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Doce indecisão

por Nuno Saraiva, em 05.08.15

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O regresso dos ROSA e uma salada a Norte.

Doce Indecisão - Jornal Público 4 de agosto de 2015 p.45

Pêssegos da Nanda - Jornal Público 03 de julho de 2015 p.55

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publicado às 22:55

Pêssegos-Rosa 2013 de Colares

por Nuno Saraiva, em 23.08.13

 

Este ano foi um ano mau para a fruta de caroço. E em Colares não houve excepção. 

 

Há muito poucos pêssegos-rosa este ano, e os que há, vêm com bicho. Uns bichos que aparecem milagrosamente dentro dos pêssegos e nos vedam o prazer de comer um pêssego com casca, à dentada.

 

Enfim, sempre é possível fazer uma sangria com os quadradinhos que se conseguem cortar, ou como a família dos Pamposos aprecia / apreciava, mergulhar os quadrados de pêssego rosa em vinho e comê-los bêbedos.

 

No Público de hoje, Miguel Esteves Cardoso dedica a sua crónica a estes bichos.

 

Os BPR [Bichos do pêssego-rosa] nascem quando o pêssego está em flor, aninhando-se no caroço, à espera que a polpinha pesseguda cresça à volta deles. Como são protegidas pelo próprio pêssego nunca o comem completamente. Deixam sempre metade para nós. Só quando os pêssegos não prestam ou estão verdes é que não aparecem. Está certo, porque metade de um pêssego perfeito é vinte vezes melhor do que um pêssego horrível inteiro.


Foto de Fátima Fonseca.

 

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publicado às 11:12

Pessegos Rosa de Colares

por Nuno Saraiva, em 30.06.13

Algures em Colares, esperando por agosto. É o primeiro ano desta árvore. :)

 

 

 

 

Melhor que comprar no mercado, é colher diretamente da árvore. (Mais sobre pêssegos)

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publicado às 22:46

Os pêssegos, sozinhos, constituem o sexo feminino de todas as frutas. O artigo está mal posto.

 

Os pêssegos-rosa de Colares (que tanto vêm de Janas, como do Mucifal, ou de Fontanelas ou da Adraga, como até, em casos limítrofes, de Colares), são um milagre que só nos resta aceitar. 


Duram, quanto muito, quatro dias em Agosto. Nem tanto. Os pêssegos são melindrosos e massacrados não só por moscas mediterrânicas como por melros e pardais bem portugueses. Todos sabem o que é bom. A fruta com bicho é aquela que a natureza (ou Deus, conforme se preferir) abençoa.

 

Os pessegueiros são bravos – nem sequer precisam de ser regados. Morrem muito novos. São predispostos à desgraça. Mas, caso se safem, abençoam-se de sabor. E o cheiro enche uma sala inteira de amor. 

 

Anteontem, disseram-me, deixou de haver “nas árvores”. Os poucos que restam estão em frigoríficos: “senão, não havia até ao fim de Agosto”.

 

Armado em bom, eu disse ao distinto casal de fruticultores de Janas que me abasteceu, que eu tirava sempre os pêsegos do frigorífico duas horas antes de comê-los.

 

“Duas horas antes?” Fartaram-se de rir! Então explicaram-me, com graciosa condescendência e generosidade, que os pêssegos-rosa têm de ser “tirados à noite, para o outro dia". Seja: precisam de uma noite escura e fresca para recuperar a fragância e a suculência.

 

De noite não apodrecem. Repôem-se bons, enquanto dormimos. Era este o segredo que me estavam a dizer.


Miguel Esteves Cardoso, 23 de Agosto de 2009, Jornal O Público.

 

 

 

(texto e foto via Rio das Maçãs)

 

Já ando a piscar o olho a alguns, ainda verdes.. ;)

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publicado às 12:41

Na árvore já não há, de Miguel Esteves Cardoso, no PELF ou no Rio das Maçãs. Neste último com comentário do próprio MEC.

 

O meu pai também comprou uns pêssegos "muita bons" em Fontanelas. Comprou demais e começaram realmente a estragar-se passados três dias.

 

Vai daí a minha mãe, descascou-os e retalhou-os e fez uma salada de pêssego com vinho do Porto.

 

Divinal.

 

Não sabia que quatro pessoas podiam comer tanto pêssego.

 

O título original deste post era "Sugestões de leitura". Acabou por ser um post sobre pêssegos. Fica a sensação que isto é uma coisa muito privada e estamos a falar demais.

 

De resto, Colares é óptimo para o pêssego, provavelmente melhor que para a uva Ramisco.

 

Carregando no player Colares, blog da semana, pode ouvir o Pedro Rolo Duarte citar-me, sobre os pêssegos de Colares, mesmo de Colares - vila, que agora há poucos...

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publicado às 23:29


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