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Penedo - Novo bar com música ao vivo

por Nuno Saraiva, em 01.05.17

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publicado às 23:34

Festa de Santo António, no Penedo

por Nuno Saraiva, em 06.06.14

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publicado às 10:12

Passeio de BTT

por Nuno Saraiva, em 24.04.14

Amanhã há passeio de BTT no Penedo.

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publicado às 11:47

Problemas no Penedo

por Nuno Saraiva, em 03.03.14

 

 

Boa tarde, venho em nome dos moradores da aldeia do Penedo em Colares, pedir a investigação e divulgação do caso insólito que os moradores desta aldeia estão sujeitos há um mês, pois no dia 22/01/2014 foi detectado que o muro da Quinta de Cima com cerca de 6mts de altura e 100mts de comprimento propriedade da IMAVED (empresa detida pela familia Vale e Azevedo) está a colapsar conforme podem observar em fotos a esta mensagem anexadas. 
A verdade é que desde essa data a estrada foi fechada a veículos, mas os moradores têm que continuar a percorrer esta estrada visto que a mesma é o único acesso pedonal à aldeia. Os carros têm que efectuar um desvio de cerca de 7 km para poderem ter acesso à aldeia. 
No limite da paciência, os moradores decidiram fazer um abaixo assinado com mais de 150 assinaturas que vai ser entregue na próxima terça-feira ao Sr. Presidente da Câmara municipal de Sintra. 
Venho pedir a colaboração dos senhores jornalistas de modo a investigarem e divulgarem este grave problema até agora sem solução. 

Para esclarecimentos de dúvidas que possam surgir por favor contactem: 
965726674

Atenciosamente

O representante dos moradores da Aldeia do Penedo
José Pereira

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publicado às 21:04

Caminhada Noturna no Penedo

por Nuno Saraiva, em 21.10.13

 

Traga Tenis e lanterna.

 

Noite das Bruxas...

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publicado às 22:39

Danças de Salão no Penedo

por Nuno Saraiva, em 17.10.13

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publicado às 00:13

Caminhada até aos Capuchos

por Nuno Saraiva, em 24.07.13

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publicado às 20:15

Sons e Sabores - Penedo

por Nuno Saraiva, em 14.06.13


Durante duas noi­tes o Penedo con­tará com uma explo­são de sabo­res oriun­dos dos paí­ses Ale­ma­nha, Áustria e França e terá dois con­cer­tos de altís­simo nível.

 

A pri­meira será cele­brada às 20 horas com um espu­mante (Conde de Vimi­oso) de boas vin­das à entrada da TUNA. Depois poderá des­fru­tar de uma prova de mos­tar­das e vina­gres da Áustria na Mer­ce­a­ria da Aldeia.

 

 

Por volta das 20.30 horas terá iní­cio o jan­tar no Res­tau­rante Refú­gio do Ciclista, sob a direc­ção do chef Ber­nhard Pfis­ter (Hotel Esto­ril Palá­cio) com o seguinte car­dá­pio: Ter­rine de Javali, Ché­vre e um bou­quet de salada. Espe­ci­a­li­da­des de gre­lha­dos vari­a­dos (sal­si­chas pro­du­zi­das pelo melhor sal­si­cheiro ale­mão em Por­tu­gal do Hotel Vila Vita, Algarve) com uma tri­lo­gia de mos­tar­das, salada de batata, salada de couve branca, salada de beter­raba

 

 e salada verde. Apfels­tru­del com molho de bau­ni­lha e uma aguar­dente de damasco. O jan­tar será acom­pa­nhado pelos vinhos Conde de Vimi­oso (branco, tinto e rosé).

 

Após o jan­tar, não deixe de beber uma bica no café e prepare-se para assis­tir a um ful­mi­nante con­certo de jazz (na TUNA), por volta das 22 horas, em que Mário Lagi­nha (piano) con­vida André Fer­nan­des (Gui­tarra eléc­trica), Demian Caboud (Con­tra­baixo) e Mar­cos Cava­leiro (Bate­ria). O preço com­pleto (jan­tar, café e con­certo) é de 45 Euros/pessoa.

 

Para além dos bilhe­tes com­ple­tos ainda temos 40 bilhe­tes só para o con­certo ao preço de 22,50 Euros. Os bilhe­tes só para o con­certo deve­rão ser com­pra­dos no Café Refú­gio do Ciclista, Penedo.

 

Após uma noite de gre­lha­dos e jazz, espera-nos na segunda noite (por volta das 20 horas) um jan­tar buf­fet sob a direc­ção do chef Ber­nhard Pfis­ter (Hotel Esto­ril Palá­cio), seguido de um con­certo em que Mário Lagi­nha con­vida Pedro Bur­mes­ter. Este segundo con­certo, de tom mais clás­sico, será ante­ce­dido de um buf­fet ins­pi­rado nos paí­ses Ale­ma­nha, Áustria e França (paí­ses de gran­des com­po­si­to­res, cujas músi­cas ire­mos ouvir). Entra­das: Vichyssoise/ Aren­ques marinados/ Vari­e­dade de char­cu­ta­ria. Pra­tos prin­ci­pais: Coq ao Vin/Gulasch/Maultaschen. Acom­pa­nha­men­tos vari­a­dos. Tri­lo­gia de Sobre­me­sas: Tarte de Linz (Lin­zer Torte), Tarte de cho­co­late, natas e ginga (Schwarzwäl­der Kirs­ch­torte), Mousse au Cho­co­lat e uma aguar­dente de damasco. O jan­tar será acom­pa­nhado com vinhos Marquês de Borba (branco e tinto).

Mas antes convidamo-lo para uma prova de mos­tar­das e vina­gres oriun­das da Áustria e depois do jan­tar poderá tomar uma bica no café Refú­gio do Ciclista.

 

Prepare-se para a música que se seguirá… O preço com­pleto (jan­tar, café e con­certo) é de 45 Euros/pessoa.”

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publicado às 09:25

Os Bravos do Penedo

por Nuno Saraiva, em 11.10.09

(...)

No entanto, todos os Verões, sempre passados na “casa dos cestos” do Penedo (no tempo em que o Penedo não sonhava que um dia iria ser moda…), estremecia essa minha convicção sobre o jornalismo. Ocorria geralmente entre Julho e Agosto, e a dúvida tinha associada dois sons: a sirene dos Bombeiros Voluntários de Colares e o eco dos passos do Chico correndo ladeira abaixo a meio da noite. Eu acordava com o som da sirene, 3 vezes, ouvia os passos apressados do nosso vizinho, e sabia o resto: era fogo.

Fogo na Serra de Sintra era obra para gente brava – não apenas bombeiros, como o Chico, mas todos os que se sentiam capazes de enfrentar o inimigo comum. Com ramos de árvores, à pá, com baldes de água, como fosse.

 

(...)

Pior (ou melhor): o Chico e outros Chicos que corriam ladeira abaixo e acima para enfrentar o fogo na Serra, eram os mesmos que dedicavam, em cada ano, um dia das suas vidas correndo à frente de um touro. Levavam marradas e riam. Iam parar ao hospital e riam. Ficavam meios apanhados da cabeça, e por isso riam. A “Festa do Boi” – em rigor, “Festa em Honra do Divino Espírito Santo” – tinha o dia fatal da sua “fama” quando um pesado mastodonte era “lidado” à corda pelas ruas do Penedo e acabava cozinhado num caldeirão que servia os pobres da região em modo “jardineira”. Eu não gostava de ver o sangue do boi correr pelas bermas das ruas do Penedo, nem gostava da ideia do animal ser bombo da festa – mas quem corria à frente dele, quem lhe gritava “olá” e fazia rajadas de palavrões (sempre um ponto a favor, para nós, os putos…), eram justamente os mesmos que, nas horas difíceis, lá estavam à frente do fogo. E não me custou a perceber que tudo fazia parte de um mesmo pacote.

Há anos que a festa não se faz - nem a correspondente polémica sobre a sua legalidade -, mas o que fica na memória são aquelas caras alucinadas, loucas, fortes, que eram exactamente as mesmas que encaravam o fogo de frente, ou que se lançavam na estrada nas insuportáveis XF-17 para as bebedeiras descomunais nos bailes de Verão.

Bravos ou loucos?

Ainda hoje não sei. Mas sei que quando a palavra “Bravo” me aparece à frente, é deles que me lembro: do Chico, do Sacristão, do Totobola, dos Gémeos, do V5, e de mais uns tantos cujas alcunhas agora me escapam. Os bravos lá do Penedo, quando o Penedo era pouco mais do que uma aldeia de bravos com um coreto no meio.

 

 

Pedro Rolo Duarte, Ontem, na revista i e no seu blog.

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publicado às 13:55

romagem de saudade

por Nuno Saraiva, em 09.07.08

Ontem foi dia de romagem de saudade. Com duas amigas revisitei o lugar onde tive casa de férias cerca de 40 anos, terra pequena, entre serra e mar, paisagem a perder de vista, bons ares. Igrejinha lá no alto, chafariz antigo, casas com janelas debruadas a cantaria, portões com aldraba, paredes caiadas onde a luz bate excessiva, burros subindo e descendo a ladeira da serra, pequenos muros de pedras sobrepostas a separar as leiras, enfim, uma espécie de santuário a meia hora de Lisboa.

Os filhos cresceram por ali, sem grandes cuidados.

Nesta visita, passei à porta da casa que outrora fora abrigo da família e, espanto dos espantos:em obras, desapareceram as janelas à antiga portuguesa para darem lugar a uma espécie de vidros duplos com alumínio alvo de neve , mais acima, onde uns enormes pedregulhos foram assento nosso para ver o mar, está agora um portão verde e uma cerca também verde a esconder o terreno baldio a que uns americanos chamaram deles!

Noutro caminho , entre casas antigas e hortas e canteiros ergue-se um casarão cinzento, tipo caixote, a destoar de tudo quanto o cerca. Disseram-me que era obra do arquitecto Graça Dias.

Desci a serra em direcção à praia e aí não houve Graça Dias que mexesse naquele mar ora bravio ora sereno, ondas alterosas hoje , bandeira verde amanhã.

Respirei fundo.

 

 

Um autêntico quadro escrito do Penedo de Maria João Rolo Duarte

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publicado às 22:44


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