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Colares e a Imprensa

por Nuno Saraiva, em 19.10.09

No Rio das Maçãs:

 

 

Ainda no Rio das Maçãs:

 

 

 

 

 

Grande contributo, Pedro Macieira!

 


No estupefacto:

 

A 25 de Setembro de 1974, Artur Agostinho é preso quando estava de férias em Colares

(...) Acabei por ser preso no dia 25 de Setembro de 1974 por causa de uma denúncia falsa que fizeram contra mim. Inventaram que eu ia vestido de padre dentro de um carro funerário, com um caixão cheio de metralhadoras. Uma história rocambolesca, mas vieram deter-me de madrugada quando eu estava de férias em Colares, a tratar das minhas intentonas revolucionárias, que consistiam em ter um soninho porreiro.(...)
Notícia toda: http://www.correiomanha.pt

Eram outros tempos. Época de excessos, de parte a parte, com muitas «caças às bruxas».

De referir que Artur Agostinho sofreu um episódio dramático na sua família, com a morte do seu neto e do seu genro, filho de Colares, num acidente de viação.

 

 

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publicado às 19:27

Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 06.09.09

 

Ambulâncias para urgências postais

Há 57 anos.

 

Correiros. Os CTT não ficam atrás das novidades no telégrafo e na telefonia e criam um serviço postal que vai até às localidades

Numa cerimónia descrita como simples mas expressiva, no dia 11 de Julho de 1952 foi inaugurado no Terreiro do Paço o serviço de auto-ambulâncias postais. Restritas inicialmente aos percursos Lisboa-Sintra-Colares--Cascais e Lisboa-Barreiro-Alcochete, o objectivo seria posteriormente alargar a zonas afastadas do País, como as terras longínquas do Alentejo.

As ambulâncias serviam como estações móveis dos CTT, permitindo às populações que não tinham estações telégrafo-postais fixas mandar e receber correspondência sem ser necessário deslocarem-se. A ambulância postal passava todos os dias à mesma hora e aceitava cartas, encomendas e telegramas para o continente, ilhas e estrangeiro. Via ambulância-postal também era possível fazer pedidos de informações, rectificações ou reclamações sobre qualquer objecto que fosse, acções que o correio-mor da altura, Couto dos Santos, disse supor ser "de real utilidade".

O discurso final de inauguração esteve a cabo do ministro das Comunicações, coronel Gomes de Araújo. Assim que acabou, pôs a trabalhar o motor das duas furgonetas alemãs: uma partiu para o Barreiro e outra para Sintra. A acção repetir-se-ia todos os dias por volta das 8.30.

 

DN BOLSA

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publicado às 20:36

Colares em 1900

por Nuno Saraiva, em 08.03.09

 

 

 

 

 

Estas são as imagens da revista Brasil-Portugal em 1900, disponibilizadas no Rio das Maçãs.

 

Impossível não reparar na referência a Colarejas no ponto 4 da legenda.

 

Não me parece que as senhoras fossem vendedoras da praça, e a palavra veio publicada numa revista. Não era por isso uma questão apenas oral para definir a fruteiras, como defende João Rodil.

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publicado às 22:00

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Estava eu a ler este artigo na wikipédia quando surpreso verifico que a lenda de Milides está associada à conquista do Castelo dos Mouros.

É uma lenda que "nunca" se poderá provar, mas nunca a tinha ouvido associada à conquista do Castelo dos Mouros. Claro que fiquei curioso e fui pesquisar mais sobre o assunto.

Apenas na wikipédia se faz claramente alusão à lenda da de Milides. É o seguinte o texto da wikipédia:

A lenda de Melides

Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra tenha se entregue voluntáriamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para secretamente ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se ao mesmo tempo de um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pelo caminho de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando ainda evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuia fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Melides ("mil ides").

A primeira novidade para mim foi a construção da frase: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Mais complexa do que a conhecida "Ide que mil ides" mas bem ao estilo da linguagem da época.

Pesquisando na net, "mil ides" não é abordada no site do Monte da Lua, em Portugal Virtual, na Malha atlântica. No site da Câmara, na história do Castelo segundo o livro  "Sintra património da Humanidade" também não é referido.

Mohamed Moatassim, Antropólogo, escreveu este artigo na Alagamares e nem tocou no assunto. De qualquer forma sendo a visão árabe, e sendo mil ides uma lenda católica e não um dado histórico seria normal que assim fosse e além disso o artigo, que gosto muito, não é focado nas pessoas.

num site elaborado pela Escola Secundária de Mem Martins é escrito o seguinte:

Em 1103, o Rei de Leão, D. Afonso VI tomou Sintra aos muçulmanos. Dezasseis anos volvidos, depois da recuperação dos sarracenos, Sigurd, príncipe norueguês, saqueou o Castelo dos Mouros, não tendo sido este o único acontecimento pois por essa mesma altura e por breve tempo, o Conde D. Henrique possuiu-o. No entanto, após a conquista de Lisboa levada a cabo por D. Afonso Henriques, em 1147, o Castelo entregou-se voluntária e definitivamente aos cristãos. D. Afonso Henriques confiou então a guarda da fortaleza a trinta «povoadores», que não eram mais do que uma mera guarnição, aos quais foram concedidos privilégios através de carta de foral, outorgada pelo próprio Rei em 1154.

E agora MIL IDES….

No site da Câmara de Sintra:

Contudo, quando em 1152 o primeiro monarca português entregou à Ordem do Templo abastadas propriedades em Sintra e seu termo, aparece, entre outras, a Quinta de Melides. Em escavações recentes efectuadas pela Arqueologia municipal no perímetro da Capela, descobriu-se uma necrópole com sepulturas ovóides e «de banheira», o que leva a considerar a hipótese de se tratar de um cemitério moçárabe, talvez rondando os séculos XI ou XII.

A história serviu de mote ao blogger PFGFR para motivar a claque do Varzim, a Brigata Alvi-Negra. O texto não é preciso -  fala em dez homens -  mas é interessante como a história chegou lá ao Norte. Ah! E fala do Castelo

Ide, que mil ides!

A propósito de uma semi-polémica que para aí anda sobre quantos elementos a Brigata conseguirá levar a Vila do Conde no domingo, recordo uma das lendas dos tempos heróicos da Reconquista que se contam no nosso Portugal: diz essa lenda que um grupo de 10 cavaleiros cristãos se aprestava para conquistar um castelo aos mouros, quando viu que, afinal, o castelo estava bem reforçado. Durante a noite que antecedeu a batalha, Nossa Senhora apareceu ao comandante dos cristãos e disse-lhe: "Não temais! Ide dez, que mil ides!" E assim foi: com crer, valentia e garra os cristãos sovaram os islâmicos, reconquistando assim mais uma porção do nosso território. Para assinalar o acontecimento, erigiu-se no local da aparição uma capela a Nossa Senhora, hoje conhecida por Igreja de Milides, que se situa em Colares (Sintra). Duas ilações a tirar desta história: 1) A fé move montanhas; 2) Não nos interessa se vão 100 ou 500 com a Brigata. Se forem 20 ou 30 com garra e fervor já será uma bela companha! VIVA O VARZIM!

Toze Franco, no blog História e Sabores coloca exactamente o mesmo texto da wikipédia. Apesar de não referir terá sido a wikipédia.

Os erros da wikipédia.

 Discute-se hoje um pouco por toda a comunidade internautica se a wikipédia é boa ou é má. Os defensores da wikipédia dizem que em muitos casos os artigos estão mais completos que sites da especialidade e até mesmo enciclopédias sérias. Os opositores rejeitam-na por poder ser editada por qualquer um, sem necessitar apresentar qualquer tipo de prova. Este é um caso curioso. Fico sem saber se esta crença efectivamente nasceu aquando da conquista do Castelo dos Mouros ou noutra situação.

 

Alguém sabe?

 

 Nota: Penso que o tema também é abordado no livro Colares, mas não o estou a encontrar.. Está guardadinho..

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publicado às 23:26

Uma aula sobre o vinho de Colares

por Nuno Saraiva, em 07.06.06

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Colares, a pequena e encantadora vila, que suavemente se reclina sobre duas colinas da formosa serra de Sintra, e afastada apenas 7 quilómetros deste concelho, tem na história da viticultura nacional um lugar proeminente.

A sua origem remonta a épocas imemoráveis; dela falam velhas crónicas que a povoaram de lendas, e a fama dos seus admiráveis vinhos, leves e delicados na expressão dos poetas, dir-se-iam feitos da polpa dos frutos que lhe decoram os vinhedos e da espuma do mar que quase os beija.

A série de inscrições e antiguidades romanas encontradas, atestam que Colares gozou no tempo do domínio romano de uma situação de relevo; e do período em que os Mouros ocuparam a Península, bastos elementos subsistem que nos apontam o seu valor estratégico e a fertilidade da terra, cuja cultura parecia abençoada.

Conquistada aos Mouros em 1147 logo o seu nome figura entre as terras ligadas aos bens da coroa ou nas doações e favores com que a munificência régia premiava as façanhas dos mais esforçados cavaleiros, ou os serviços dos Áulicos (aristocráticos) que junto aos paços viviam. O seu foral, concedido depois que terminaram as primeiras lutas que antecederam o alvorecer da nacionalidade, depois renovado, as imunidades, privilégios e mercês que as majestades e os senhores donatários lhe conferiram, deram-lhe, durante séculos, uma altiva independência, que era todo o seu orgulho.

O brasão de armas da vila de Colares é constituído por um castelo entre duas árvores e três colares na parte superior do escudo, que simbolizam a luta sagrada na defesa do solo, a agricultura e a lenda que a engrinalda (adorna).

A nomeada dos vinhos de Colares foi reforçada quando da violenta invasão da filoxera, que em 1865 iniciou a devastação de uma grande parte das regiões vinícolas do País, não haver atacado as vinhas de Colares, para o que muito contribuíram as condições dos seus terrenos arenosos, em que o daninho insecto não conseguiu penetrar.

Ferreira Lapa escreveu em 1866: «Colares é um vinho que possui todos os requisitos e qualidades dos vinhos tintos de MEDOC, é o vinho mais francês que possuímos. Os que alcoolizam este vinho para o puxar ao tipo geral dos nossos outros vinhos cometem um erro industrial e um desacato à elegância do bom gosto. A aguardente empasta e obscurece os sabores delicados deste vinho, fica descozida neles, tira-lhe o aroma fino do éter tartárico e do éter butírico, substituindo-o pelo cheiro vinoso, picante e alcoólico dos vinhos carregados em lota.

Ferreira Lapa, depois de haver notado a exagerada força alcoólica de alguns vinhos de Colares que havia dosado, comenta: (É uma aguardentação esta exageradíssima, em que o produtor não tem culpa, mas sim o negociante; em geral, todos os interessados pelas mãos dos quais o vinho de Colares passa antes de chegar ao comerciante, que levam este tempero a tão desmedido grau.)

Compreender-se-á melhor o que aqui deixo exposto sabendo-se que em Colares, como em todas as regiões vinícolas, há vinhos nobres e vinhos plebeus, mas todos do mesmo padrão.

O negociante compra o mau e o bom, e quase sempre é na capa deste último que ele revende o mau que comprou ao desbarato, mas como desta mistura o vinho intermédio se afasta do tipo de vinho bom que sacrificou, a aguardente é chamada a propósito ou não para bornir a lotação que saiu desabrida.

A Adega Regional de Colares é instituída em Agosto de 1931, com um capital de 100 contos; logo se improvisa a elaboração em comum das uvas dos associados na própria vindima desse ano.

Elaboram-se cerca de 630 pipas de vinho e obtiveram-se 2040 litros de aguardente o que tudo se rateou pelos sócios e pela associação, cabendo aqueles 100 litros de vinho por cada 170 kg de uvas entregues e 3 litros de aguardente correspondente a cada pipa de vinho, e a adega o excedente, ou seja, a maquia que pelo estatuto lhe pertencia.

A adega foi criada especialmente para por cobro à confusão reinante na região. Uma vez que era prática corrente vinificar uvas provenientes das areias soltas em mistura com uvas de chão rijo, aguardentação e mistura de vinhos provenientes de outras regiões, para descrédito do vinho de Colares.


Delimitação da Região

A área de produção da DOC vinho Colares, compreende as freguesias de Colares, São Martinho e São João das Lampas, do concelho de Sintra.


Solos

As vinhas destinadas à produção dos vinhos com DOC Colares devem ser instaladas em:
1. Regossolos psamíticos, de areias assentes sobre materiais consolidados, tradicionalmente designados «chão de areia».
2. Solos calcários pardos de margas ou materiais afins, tradicionalmente designados «chão rijo», aptos para a produção de vinho branco ou de vinho tinto.


Castas

1. As castas a utilizar para a produção dos vinhos de Colares são:
a) Em chão de areia:
Vinhos Tintos:
Castas Recomendadas: Ramisco, com representação mínima de 80% do total.
Castas Autorizadas: João Santarém, Molar e Parreira Matias:
Vinhos Brancos:
Castas Recomendadas: Malvasia, com representação mínima de 80% do total.
Castas Autorizadas: Arinto, Galego Dourado e Jampal.

b) Em chão rijo:
Vinhos Tintos:
Castas Recomendadas: João Santarém, com representação mínima de 80% do total.
Castas Autorizadas: Molar, Parreira Matias e Tinta - Miúda.
Vinhos Brancos:
Castas Recomendadas: Malvasia, com representação mínima de 80% do total.
Castas Autorizadas: Arinto, Galego Dourado, Fernão Pires, Jampal e Vital.

2. A comercialização de vinhos com referência a uma casta só pode ser feita em relação às castas recomendadas, com prévia autorização da CVRBCC.


Práticas culturais

As vinhas destinadas a produção devem ser conduzidas em forma baixa, e, se aramadas, não deve o arame inferior, no qual será obrigatoriamente conduzida a cepa, exceder a altura de 30 cm.

Na plantação das vinhas em chão de areia respeitar-se-á a prática tradicional de «unhar» a vara de pé franco, no estrato subjacente à camada de areia.


Vinificação

Os vinhos devem provir de vinhas com, pelo menos, quatro anos de enxertia e a sua elaboração deve decorrer dentro da zona de produção em adegas inscritas, aprovadas e controladas pela CVRBCC.

As castas tintas são vinificadas em curtimenta com 50% de desengace, quando destinadas a estagiar durante anos; quando este vinho é encontrado à venda novo «um, dois anos» ele é proveniente de curtimenta com separação de engaços e colagens sucessivas, assim como tratamento pelo frio, por forma a raspar as substancias sólidas o mais rapidamente possível para se tornarem mais suaves na sua juventude; este vinho não se deve guardar durante muito tempo; isto é, deve ser consumido jovem.

As castas brancas são vinificadas de bica - aberta e tratadas através do frio.

Os vinhos brancos e tintos com DOC Colares podem incorporar até um máximo de 10% de produtos a montante do vinho provenientes de vinhas de chão rijo que satisfaçam as exigências estabelecidas.


Rendimento por hectare

A produção máxima por hectare das vinhas destinadas aos vinhos com direito à DOC Colares é fixada em 55 hl para os vinhos tintos e em 70 hl para os vinhos brancos.


Estágio

Os vinhos DOC Colares só podem ser comercializados após estágio mínimo de:
a) Vinhos tintos: 18 meses em vasilhame, seguidos de 6 meses em garrafa.
b) Vinhos brancos: 6 meses em vasilhame, seguidos de 3 meses em garrafa.
Os vinhos tintos e brancos, a comercializar com DOC Colares, devem ter um título alcoométrico mínimo de 10% vol.

 

 

Texto contido nas aulas on line do site Lusa Wines

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publicado às 16:39

O eléctrico na Praia das Maçãs

por Nuno Saraiva, em 09.02.06

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Foto enviada por Vitalino Cara D'Anjo

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publicado às 14:44

 

Já ouviu falar da alemã que povoou Colares? E do príncipe Sigurd, o viking que precedeu os portugueses em Sintra? E do reguengo de Colares? O passeio cultural pedestre da Alagamares-Associação Cultural, a realizar no próximo dia 11 de Fevereiro, Sábado, inclui explicação para isto e muito mais.

Na sequência de um programa de difusão da historia e tradições locais de Sintra, e dois meses após visita ao centro histórico de S. Pedro de Penaferrim, o Núcleo de História e Arqueologia da Alagamares promove, no próximo dia 11 de Fevereiro, Sábado, pelas 10h, um passeio pedestre através do 'casco' histórico da vila de Colares, incluindo visita à Igreja de Colares, pelourinho manuelino, necrópole medieval de Milides e Adega Regional de Colares.

A concentração dos pedestrianistas será feita junto à Igreja Matriz de Colares, sendo o passeio orientado pelo historiador João Rodil, autor de "Serra, Luas e Literatura" e actual director do Jornal de Sintra, nele se focando, em visita aos locais, alguns dos aspectos mais marcantes daquele que até ao séc. XIX foi concelho, e onde no século XVI se instalou uma verdadeira "corte na aldeia" sob a égide dos Melo e Castro.

A visita terminará na Adega Regional de Colares, onde se abordará a temática do ramisco e dos vinhos de Colares, com provas (opcionais). A evocação histórica de proximidade permite uma maior atenção ao património por vezes esquecido, e daí esta série de percursos pedestres pelo concelho, destinado a todos os interessados. Compareça!

Reserva (obrigatória): Até 9 de Fevereiro, através do e-mail info@alagamares.net ou do telefone 918343698.
Custo: Passeio: gratuito; Provas de vinhos: Eur 5,50 (opcional).
Cartaz:
http://www.alagamares.net/download/CartazA4PasseioColares11022006.jpg

Nota: O texto é da autoria da Associação ALAGAMARES

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publicado às 10:41

ALAGAMARES

por Nuno Saraiva, em 31.01.06
A Alagamares-Associação Cultural vai realizar, neste próximo Sábado, dia 04/Fevereiro, um um passeio cultural na pinturesca villa de Colares. Esteja atento ao programa, a anunciar brevemente através do portal em www.alagamares.net Image hosting by Photobucket --------------------------------------------------------------------------------- ALAGAMARES - ASSOCIAÇÃO CULTURAL Caves de S. Martinho, Av. 25 de Abril, n.º 133 2710-250 Galamares - Sintra Portal: www.alagamares.net, Fórum: forum.alagamares.net Blogue: blogue.alagamares.net, Email: info@alagamares.net ---------------------------------------------------------------------------------

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publicado às 09:06


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