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Horários do Eléctrico - Primavera 2014

por Nuno Saraiva, em 04.05.14

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publicado às 09:17

Desafio do Elétrico

por Nuno Saraiva, em 30.03.14

A que passagem de nível se refere o sinal de trânsito que se vê na imagem?

 

O elétrico de Sintra faz hoje 110 anos.

 

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publicado às 13:02

 

Horário dos eléctricos.

via Rio das Maçãs

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publicado às 14:08

Trilhos BTT

por Nuno Saraiva, em 16.06.13

 

Já aqui havia expressado a falta que faz caminhos para andar de bicicleta. Inclusive, continuo a pensar que se poderia fazer outro tipo de linha para o eléctrico que permitisse a sua utilização como ciclovia.

 

Carlos Vieira propõe no seu programa o seguinte:

O que é afinal um Centro de BTT?

Para receber o estatuto de Centro BTT, temos que cumprir os critérios de classificação. Principais actividades que vamos realizar:
• Pelo menos 100 km de trilhos sinalizados;
• Classificação de circuitos com 4 níveis de dificuldades (verde, azul, vermelho e preto);
• Um local de acolhimento/apoio;
• Um Painel informativo com toda a rede de trilhos;
• Um mapa com a rede de trilhos de BTT para distribuição;
• Um local de lavagem para bicicletas;
• Um local (oficina ou stand) para pequenas reparações;
• Um balneário/casa de banho de apoio ao utilizador;

Pretende-se ainda que este projecto, seja potenciado na Internet, com a disponibilização das rotas para os dispositivos móveis dos utilizadores.

 

Independentemente de quem ganhar as eleições é algo que faz muita falta.

 

Não sei é se está na esfera de controlo e capacidade orçamental da JFC fazer isto.

 

Foto de Rui Carvalho via Facebook de Pedro Recto.

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publicado às 19:33

Quantos dias tem o ano?

por Nuno Saraiva, em 01.05.13

330 dias por ano.

 

 



 

 

 

 

 

300 dias por ano

 

 

 


 

 

60 dias por ano

 

 

Foi há mais de quatro anos:

Que se levantem as linhas...

Comentário de Pedro Macieira

A triste linha

 

 

 

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publicado às 15:10

Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 30.08.09

(...)

Desde o passado dia 15 de Agosto (após uma breve paragem para obras de melhoramento do pavimento férreo) que as centenárias carruagens vermelhas e outras de cor amarela (datadas de 1903), voltaram à rua para transportar os passageiros, desde a verdejante Vila de Sintra até aos tons de azul e dourados da Praia das Maçãs.

A octogenária Cristina dos Santos é uma das primeiras a ocupar o seu lugar. Bem-disposta e conversadora, rapidamente se transformou na nossa "guia turística" (tarefa que desempenhou por iniciativa própria). Ao longo do percurso que dura cerca de 45 minutos, não deixou de assinalar na paisagem a presença do Centro de Ciência Viva, o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena e Monserrate. Mas antes de Cristina sair, na paragem de Colares, deixou-nos com a última informação em forma de pergunta: "Sabem como se chama esta igreja?" Sem nos dar tempo para a resposta, acrescenta rapidamente: Igreja de São Sebastião.

Depois de Colares, faltam ainda três paragens até ao final da viagem: Banzão, Pinhal e Praia das Maçãs.(...)

 

Visão, De volta à linha

 

---§§§§----

 

Quem estiver a banhos no próximo domingo na Praia das Maçãs, em Sintra, vai surpreender-se com uma procissão original. Oito andores e outras tantas figuras, lideradas pela imagem de Nossa Senhora da Praia, irão percorrer a localidade num desfile que terminará no mar, onde serão homenageadas com pétalas lançadas de avião.

(...)

 A festa religiosa começa com uma missa campal presidida pelo pároco de Colares, às 16.00, seguida da procissão, que será acompanhada pela charanga da GNR e pelas bandas filarmónicas de Colares e Mucifal. "Sendo uma festa de cariz religioso, ou seja, sem a componente profana, é significativo que consiga atrair anualmente milhares de pessoas", salienta o Padre José António Rebelo da Silva.

(...)

 

DN, Banho de flores nos 120 anos da Praia das Maçãs

 

---§§§§----

 

 

(...) "Num sábado, de três em três meses, organizamos acções na Grande Lisboa, onde cada voluntário pode apresentar um projecto para melhorar o bairro onde vive", relatou Jordan.

Adianta que, além dos voluntários, "também se podem juntar moradores para ajudar a arranjar o jardim, tirar graffiti das paredes, pintar a casa de uma pessoa idosa ou fazer qualquer outra coisa. Isto também serve para cultivar o espírito de comunidade".

Jorge Santos, da Guiné-Bissau, que viveu na Virginia (EUA) e mora há 16 anos em Colares, Sintra, também está envolvido no projecto e conta ao DN que, em Julho, voluntários arranjaram o Jardim do Torel e removeram graffiti dos muros, pintaram o corrimão de ferro e as paredes da escadaria do Beco de S. Luís da Pena. Depois vão recuperar o campo de futebol do Campo Mártires da Pátria.

 

Voluntários ajudam a dar brilho e nova vida ás cidades

 

---§§§§----

 

(...) Das castas produzidas, em que cerca de 95% destinam-se à produção de vinho da Madeira, a Tinta Negra Mole ocupa a maior área representando 85% das castas. Originária de Colares onde é conhecida como Molar, na Ilha é bastante produtiva e temporã. Ocupa as maiores manchas de vinhedos, com destaque para Câmara de Lobos e Estreito a Sul e o vale de São Vicente a Norte. As castas brancas também chamadas Nobres estão distribuídas segundo os micro-climas. São de difícil produção pela sua exigência e pouco aliciantes dada a sua baixa produtividade.

 

DN MADEIRA, As vindimas na Madeira

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publicado às 21:34

Colares e a blogosfera

por Nuno Saraiva, em 14.07.09

Lembram-se do eléctrico turístico de Sintra até à Praia das Maçãs?
Obra espectacular e passeio muito bonito. Depois de muitos anos de abandono e inactividade, a linha foi reconstruída e foi retomada a actividade deste passeio turístico.

 

Aqui na foto um trecho de Colares à Praia das Maçãs.
Em Colares existe ainda um local lindíssimo para se lanchar na Várzea de Colares que se chamava, e penso que ainda se chama, Cantinho da Várzea mesmo junto à ponte. Fui lá dezenas de vezes com os meus pais na minha infância.

 

No dias que voam.

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publicado às 23:26

Ciclovia de Colares

por Nuno Saraiva, em 14.07.09

Vieram-me dizer hoje que a ideia da ciclovia não é minha (dado que eu me apropriava da ideia nos comentários ao post anterior).

 

Disseram-me que já se fala nisso há muito tempo. Onde? Só se for nas reuniões secretas dos partidos, ou de outras sociedades secretas que eu desconheça.

 

O curioso é as pessoas pensarem as coisas, mas não terem frontalidade para as assumir. A mudança desagrada a muitos e é tudo muito mais fácil quando não é preciso enfrentar ninguém, ou assumir as posições que agradam à maioria.

 

Sim, sim, o eléctrico, um símbolo de Sintra. Foi esforço tremendo que fizemos para manter esta característica única.

 

Viva o eléctrico até à praia. Quem sabe até às Azenhas! Até à vila.

 

Os turistas vão delirar!!!

 

Quem quiser a autoria da ideia que se assuma, eu não a quero para mim.

 

Assim virá ao de cima quem tem duas caras, a verdadeira e a política.

 

Partidos? Não, obrigado.

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publicado às 09:59

Que se levantem as linhas...

por Nuno Saraiva, em 24.02.09

Já se percebeu que o eléctrico em Colares acabou.

 

O trajecto não é rentável para uma empresa que o queira explorar. A atracção parece não ser assim tão grande para o turista, e, ainda por cima, a zona tem tendência a ter um Verão mais curto, dado o clima especial de Sintra, com alguns dias sem sol e com muita humidade.

 

A Câmara, não tem orçamento para suportar a existência do eléctrico entre Sintra e Praia das Maçãs, o que é aceitável, há tanta coisa mais importante onde aplicar as verbas.

 

Assim sendo, o que é que lá estão os carris a fazer?

 

Ocupar espaço e à espera de cair no abandono, esperando que as ervas tapem a linha.

 

É tempo de desistir do eléctrico, e aproveitar o espaço para fazer uma via pedonal / ciclovia.

 

Numa época em que o sedentarismo é uma das doenças da população, e que são precisos mais espaços que levem as pessoas a ter actividades físicas, o trajecto da linha do eléctrico era perfeito e grande o suficiente para fazer uma via pedonal e ciclovia.

 

O que temos hoje é ferro e madeira sem qualquer utilidade.

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publicado às 23:21

O eléctrico

por Nuno Saraiva, em 31.08.06

A Lusa TV passou no passado dia 20 um documentário sobre o eléctrico. O serviço é só para assinantes pelo que não pude ver mas fica aqui o texto desse documentário

TEXTO: Lisboa, 20 Ago (LusaTV) - Sintra já não vive sem o soar da campainha do seu eléctrico, velhinho de 102 anos, com muitas histórias e que continua a atrair milhares de turistas e conterrâneos em busca de um passeio relaxante.

O Eléctrico liga a vila de Sintra à Praia das Maçãs, com passagem por Monte Santo, Ribeira, Galamares, Colares, Banzão e Pinhal, num percurso que dura 45 minutos.

O Sr. Mindouro, guarda-freio do eléctrico há 43 anos, lembra as "muitas histórias, grandes e caricatas" nascidas à volta da viagem até à Praia das Maçãs.

"às vezes nos desvios esperávamos dois ou três minutos pela outra [carruagem] que chegasse, havia peras, uvas e a malta aproveitava para apanhar a fruta", recorda divertido o Sr. Mindouro.

A versão de Inverno do Eléctrico, com carruagens fechadas, conta também muitos episódios.

"Já tivemos pelo menos duas provas de vinho na carruagem fechada; excepcional, alugaram uma carruagem e nas paragens serviam o vinho".

Depois dos tempos áureos em que foi novidade, veio o declínio e o abandono, mas em 2004 o Eléctrico de Sintra foi "reinaugurado" e mantém-se atracção para milhares de pessoas, que sobem a bordo na expectativa do passeio, já bem conhecido ou ainda por descobrir.

Nathalie Jones, turista americana, manifesta-se fascinada com a curta viagem: "É maravilhoso, muito velho, lento, mas muito calmo, dá-nos tempo para observar a paisagem toda, é mesmo muito agradável.

São também muitos os portugueses que não dispensam a viagem do Eléctrico de Sintra, como Carlos Mendes, de 50 anos, que é passageiro fiel desde os cinco anos.

Carlos Coelho, 52 anos, outro passageiro frequente do Eléctrico, diz que faz sempre a viagem "com muito gosto e muito prazer" e apelou para a sua preservação: "Esta é uma daquelas matérias que devia ser muito bem preservada e estimada por todos nós cidadãos".

Com clientela já cativa, o Eléctrico de Sintra tenta agora cativar os mais novos que queiram trabalhar nele e, de acordo com o actual guarda-freio, no próximo ano vai ter dois estagiários, "para se conseguir conservar este património sobre carris".

FRZ.

Foto: Alagamares

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publicado às 10:04


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