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Comemorações do 5 de outubro.

por Nuno Saraiva, em 05.10.14

 

 

 

Banda da União Mucifalense, hoje no hastear da bandeira em Sintra.

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publicado às 15:17

Mensagem de Basílio Horta

por Nuno Saraiva, em 20.06.13

A Praia Grande e a maior parte da zona litoral do concelho revela como Sintra não tem sido capaz de dinamizar o turismo.

A nossa costa tem um potencial turístico, desportivo e de lazer por aproveitar. Aproveitando todo o potencial do mar, a dinamização das atividades económicas tem de ser uma prioridade.

A falta de infraestruturas de apoio aos desportos de praia, o estacionamento caótico e insuficiente e os abandonados parques de campismo são situações que têm de acabar.

O concelho não pode continuar a desperdiçar o seu litoral.

Afirmei recentemente, na praia da Aguda, que não podemos cruzar os braços e desistir da zona litoral de Sintra. Este trabalho vai ter de ser feito com os empresários da zona, com o rigoroso e intransigente cumprimento da lei, mas sem abdicar da obrigação de desenvolver e criar infraestruturas que recebam as pessoas, com conforto e segurança, e ajudando na urgente criação de economia e emprego em Sintra.



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publicado às 15:16

Presidente da Câmara Municipal de Sintra

por Nuno Saraiva, em 11.10.09

 

Fernando Seara é novamente o Presidente da Câmara Municipal de Sintra.

 

O blog de Colares felicita o Professor Seara por ter sido o primeiro Presidente desta Câmara a conseguir estar três mandatos no Concelho.

 

Que termine em grande esta fase da sua carreira política. E que não se esqueça que Colares existe.

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publicado às 21:06

Estacionamento em Sintra

por Nuno Saraiva, em 25.08.09

Segundo a TVI24, o Tribunal de Contas diz que o contrato para a gestão do estacionamento municipal em Sintra é ilegal.

 

Ler a Notícia.

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publicado às 22:46

Filarmónicas, serão todas.

por Nuno Saraiva, em 09.07.09

Parece que isto, serviu para alguma coisa. Boa correção por parte da Câmara Municipal de Sintra. Assim, está correcto.

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publicado às 12:27

Como se sabe, de há uns anos a esta parte a Câmara Municipal de Sintra retirou os subsídios que usualmente atribuía, em troca de concertos que esta mesmo organizava, como forma de enriquecer a cultura da população sintrense.

Tentando esbater a ideia que estava a desinvestir na cultura, passou a apoiar as comissões de festas e organizações de eventos, suportando-lhes os custos que tenham com bandas e orquestras.

O Notícias da Freguesia, reportava no outro dia dois apoios financeiros atribuídos a instituições da freguesia. Não consigo deixar de pensar qual será o critério para a atribuição dos subsídios. Há diversos casos de subsídios que não entendo. Como por exemplo associações profissionais.

É certo que esta Câmara investe muito mais no desporto do que na cultura. Como não sou capaz de distinguir qual das duas é mais importante, até podia aceitar este facto, mas ao ver que em Setembro último, uma sociedade filarmónica teve um apoio financeiro de 20.000 Euros, lá volta a pergunta à minha cabeça: Qual será o critério?

Pelo que se vai falando na população, o critério é o princípio da conhecimento-promessa-cumprimento. A C.M.S. toma conhecimento das situações, promete e cumpre.

Como músico da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, resta-me aguardar pela doação do terreno, que há tantos anos e repetidamente está prometido.

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publicado às 20:16

Recordações ou a Câmara dos desgostos

por Nuno Saraiva, em 28.07.07

(escolher o título que preferir)

 

 

Há cerca de um ano escrevi:

 

A mim não me choca a construção do palacete propriamente dito, apesar de não ser fã da arquitectura escolhida, mas sim o modo ilegal como parece terem sido obtidas as licenças de construção. Mas este é um problema mais nacional que local, isto é, é descabido que Presidentes e Altos funcionários das Câmaras Municipais possam licenciar as suas próprias obras e construções. É mau. É imoral. É daí que surgem as pressões e as alegadas tentativas de corrupção. Devia haver um órgão do governo que licenciasse toda a construção que pertencesse aos funcionários da Câmara e familiares.

Apesar de nos outros blogs da região se falar em ilegalidade, é muito possível que tudo esteja legal, a lei é que é má, ao permitir estas situações. A Câmara licenciou as construções [1]. Agora se decidir demolir terá que indemnizar João Justino.

Não consigo deixar de me recordar da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, que já viu uma sede demolida, e tem visto todos os seus projectos de construção de uma nova sede recusados, devido a entraves sempre colocados pelo PDM, Ornamento do Território, Paisagem protegida, etc. etc. [2]

03/08/2006 Aqui.

[1] Quase que acertava. Não licenciou, mas também não proibiu. Nem sim nem não. NIM!

[2] Um ano passou e tudo continua na mesma. Ou pior. (Para mim, na mesma).

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publicado às 01:38

Afinal....

por Nuno Saraiva, em 28.07.07

Já não vai abaixo?

 

 

 

 

A Câmara Municipal de Sintra já enjoa. Tudo demora anos. 

 

Pensava que não havia nada mais lento que os tribunais neste País. A Câmara de Sintra consegue ser.

 

 

E não é só da notícia que eu estou a falar...

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publicado às 01:01

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Estava eu a ler este artigo na wikipédia quando surpreso verifico que a lenda de Milides está associada à conquista do Castelo dos Mouros.

É uma lenda que "nunca" se poderá provar, mas nunca a tinha ouvido associada à conquista do Castelo dos Mouros. Claro que fiquei curioso e fui pesquisar mais sobre o assunto.

Apenas na wikipédia se faz claramente alusão à lenda da de Milides. É o seguinte o texto da wikipédia:

A lenda de Melides

Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra tenha se entregue voluntáriamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para secretamente ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se ao mesmo tempo de um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pelo caminho de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando ainda evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuia fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Melides ("mil ides").

A primeira novidade para mim foi a construção da frase: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Mais complexa do que a conhecida "Ide que mil ides" mas bem ao estilo da linguagem da época.

Pesquisando na net, "mil ides" não é abordada no site do Monte da Lua, em Portugal Virtual, na Malha atlântica. No site da Câmara, na história do Castelo segundo o livro  "Sintra património da Humanidade" também não é referido.

Mohamed Moatassim, Antropólogo, escreveu este artigo na Alagamares e nem tocou no assunto. De qualquer forma sendo a visão árabe, e sendo mil ides uma lenda católica e não um dado histórico seria normal que assim fosse e além disso o artigo, que gosto muito, não é focado nas pessoas.

num site elaborado pela Escola Secundária de Mem Martins é escrito o seguinte:

Em 1103, o Rei de Leão, D. Afonso VI tomou Sintra aos muçulmanos. Dezasseis anos volvidos, depois da recuperação dos sarracenos, Sigurd, príncipe norueguês, saqueou o Castelo dos Mouros, não tendo sido este o único acontecimento pois por essa mesma altura e por breve tempo, o Conde D. Henrique possuiu-o. No entanto, após a conquista de Lisboa levada a cabo por D. Afonso Henriques, em 1147, o Castelo entregou-se voluntária e definitivamente aos cristãos. D. Afonso Henriques confiou então a guarda da fortaleza a trinta «povoadores», que não eram mais do que uma mera guarnição, aos quais foram concedidos privilégios através de carta de foral, outorgada pelo próprio Rei em 1154.

E agora MIL IDES….

No site da Câmara de Sintra:

Contudo, quando em 1152 o primeiro monarca português entregou à Ordem do Templo abastadas propriedades em Sintra e seu termo, aparece, entre outras, a Quinta de Melides. Em escavações recentes efectuadas pela Arqueologia municipal no perímetro da Capela, descobriu-se uma necrópole com sepulturas ovóides e «de banheira», o que leva a considerar a hipótese de se tratar de um cemitério moçárabe, talvez rondando os séculos XI ou XII.

A história serviu de mote ao blogger PFGFR para motivar a claque do Varzim, a Brigata Alvi-Negra. O texto não é preciso -  fala em dez homens -  mas é interessante como a história chegou lá ao Norte. Ah! E fala do Castelo

Ide, que mil ides!

A propósito de uma semi-polémica que para aí anda sobre quantos elementos a Brigata conseguirá levar a Vila do Conde no domingo, recordo uma das lendas dos tempos heróicos da Reconquista que se contam no nosso Portugal: diz essa lenda que um grupo de 10 cavaleiros cristãos se aprestava para conquistar um castelo aos mouros, quando viu que, afinal, o castelo estava bem reforçado. Durante a noite que antecedeu a batalha, Nossa Senhora apareceu ao comandante dos cristãos e disse-lhe: "Não temais! Ide dez, que mil ides!" E assim foi: com crer, valentia e garra os cristãos sovaram os islâmicos, reconquistando assim mais uma porção do nosso território. Para assinalar o acontecimento, erigiu-se no local da aparição uma capela a Nossa Senhora, hoje conhecida por Igreja de Milides, que se situa em Colares (Sintra). Duas ilações a tirar desta história: 1) A fé move montanhas; 2) Não nos interessa se vão 100 ou 500 com a Brigata. Se forem 20 ou 30 com garra e fervor já será uma bela companha! VIVA O VARZIM!

Toze Franco, no blog História e Sabores coloca exactamente o mesmo texto da wikipédia. Apesar de não referir terá sido a wikipédia.

Os erros da wikipédia.

 Discute-se hoje um pouco por toda a comunidade internautica se a wikipédia é boa ou é má. Os defensores da wikipédia dizem que em muitos casos os artigos estão mais completos que sites da especialidade e até mesmo enciclopédias sérias. Os opositores rejeitam-na por poder ser editada por qualquer um, sem necessitar apresentar qualquer tipo de prova. Este é um caso curioso. Fico sem saber se esta crença efectivamente nasceu aquando da conquista do Castelo dos Mouros ou noutra situação.

 

Alguém sabe?

 

 Nota: Penso que o tema também é abordado no livro Colares, mas não o estou a encontrar.. Está guardadinho..

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publicado às 23:26


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