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Colares em 1938

por Nuno Saraiva, em 01.07.13

Documentário de Adolfo Coelho sobre o Congresso Internacional do Vinho e da Vinha, em 1938, parcialmente rodado em Colares. Algumas perspectivas de Sintra, Colares e praias. (retirado do blogue Beijo da Terra - autoria do Instituto da Vinha e do Vinho)

 

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publicado às 23:34

Os 50 melhores vinhos

por Nuno Saraiva, em 01.05.13
A Viniportugal convidou Tom Cannavan para escolher os 50 melhores vinhos portugueses e entre eles está um de Colares.
A lista completa dos 50 Grandes Vinhos Portugueses é a seguinte:


Vinhos Brancos

Julia Kemper Reserva 2009 (Dão)
Casa de Mouraz 2009 (Dão)
Quintas de Melgaço Castrus 2009 (Vinho Verde)
Quinta do Feital Alvarinho Dorado Superior 2008 (Vinho Verde)
Adega Regional de Colares Arenae Colares Malvasia 2006 (Colares)
Filipa Pato Nossa 2009 (Beiras)
Fita Preta Palpite 2008 (Alentejo)            
Herdade dos Grous Reserva 2010 (Alentejo)
Esporao Private Selection 2009 (Alentejo)
Quinta dos Carvalhais Colheita Seleccionada 2006 (Dão)
Alves de Sousa Reserva Pessoal 2005 (Douro)
Quinta Sant’ana Riesling 2009 (Lisboa)
Valle Pradinhos 2009 (Trás-os-Montes)

Vinhos Tintos
Henrique Uva Vinhas da Ira 2006 (Alentejo)
Quinta Dona Maria Reserva 2006 (Alentejo)
Fundação Engénio de Almeida Pera Manca 2007 (Alentejo)
Terrenus Reserva 2007 (Alentejo)
Fundação Engénio de Almeida Scala Coelli 2007 (Alentejo)
Mouchão 2006 (Alentejo)
Silveira e Outro Solar dos Lobos Grande Escolha  Red 2008 (Alentejo)       
Herdade da Malhadinha Nova Marias da Malhadinha 2007 (Alentejo)           
Quinta do Francês 2008 (Algarve)
Luís Pato BTT 2009 (Beiras)
Quinta das Bageiras Garrafeira 2001 (Bairrada)
Quinta dos Termos Selecção 2007 (Beira Interior)
Quinta dos Roques Touriga Nacional 2008 (Dão)
Quinta do Lemos White Label 2007 (Dão)
Fontes da Cunha Munda Touriga Nacional 2008 (Dão)           
Quinta da Falorca Lagar Reserva 2004 (Dão)
Dão Sul Cabriz Reserva 2008 (Dão)
Quinta do Corujão Reserva 2007 (Dão)
Lavradores de Feitoria Meruge 2008 (Douro)
Quinta do Vallado Adelaide 2008 (Douro)             
Poeira 2008 (Douro)
Niepoort Batuta 2008 (Douro)
Prats & Symington Chryseia 2008 (Douro)
Quinta do Portal Touriga Nacional 2009 (Douro)               
Quinta do Noval 2008 (Douro)
Quinta da Romaneira Reserva 2008 (Douro)
Wine & Soul Pintas 2008 (Douro)
Quinta do Vale Meão 2008 (Douro)
Dão Sul Quinta de Tecedeiras Reserva 2008 (Douro)
Quinta do Infantado Reserva 2008 (Douro)
Afros Vinhão 2009 (Vinho Verde)
José Maria da Fonseca Hexagon 2007 (Península de Setúbal)
Vale da Mata Reserva 2007 (Lisboa)
Vale D’Algares Selection  2008 (Tejo)
António Saramago Vinhos, Lda Dúvida 2005 (Península de Setúbal)

Vinhos Licorosos
Quinta do Ameal Colheita Seleccionada 2007 (Minho)
Horácio dos Reis Simões Moscatel de Setúbal Superior 10 Anos (Península de Setúbal)



Curiosamente, Miguel Esteves Cardoso já tinha elogiado este vinho, apelidando-o de "Colarinho Branco", no jornal Público.


Referido aqui.

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publicado às 18:30

Vinho de Colares

por Nuno Saraiva, em 15.11.11

 

Via Facebook do Nuno Moreira.

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publicado às 22:40

Vinho de Colares, Visita a Colares

por Nuno Saraiva, em 11.08.11

No passado dia 28/05/2011, em Colares, estive presente numa visita a uma vinha tradicional de Colares. Uma prova especialmente preparada para o grupo Portuguese Wine Bloggers, na qual fomos guiados e acompanhados pelo Enólogos da Casca Wines Helder Cunha e  Frederico Vilar Gomes aos quais deixo o meu especial agradecimento pela disponibilidade, pelo entusiasmo, paixão e pelo vontade em querer manter viva uma vinha tão tradicional como a de Colares.
Apesar da chuva inicial nada demoveu o pequeno grupo de visitar e ficar a conhecer o que é uma vinha em chão de areia, uma vinha a partir da qual se fará o famoso Vinho de Colares. Novidade para alguns, a sua origem remonta a épocas longínquas, desde o tempo da presença Romana ou do período em que os Mouros ocuparam a Península Ibérica. E neste local fomos encontrar um verdadeiro exemplo deste tipo de Vinha antiquíssima.
Vinha rasteira, protegida dos ventos marítimos por paliçadas de canas secas e em solos de areias assentes sobre materiais consolidados (Chão de Areia) este é um tipo de vinha único que não se quer perder.

 

 

 

 

 

 

 

 

Um post no Comer Beber e Lazer

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publicado às 18:12

Esta noite…

por Nuno Saraiva, em 02.07.10

Esta noite, algures em Estocolmo, Suécia, alguém vai beber um vinho de Colares mais velho do que….  o meu pai.

 

1949 Colares

 

 

Às vezes tem-se sorte e então ele pode ser realmente bom. Noutras ocasiões não se tem, e o vinho é, bem - para dizer o mínimo – ácido tânico brutal num fato de tinto. Mas que se envergonhem aqueles que desistem – Tenhas tu encontrado apenas um ou dois Colares antigo em boa forma, e estás preso a Colares, e  de cada vez que te deparas com um, os teus olhos vão brilhar! Colares pode ser uma emoção para beber - e é definitivamente uma das curiosidades que ainda podemos desfrutar!

Já passou algum tempo desde que abrimos o último Colares antigo. Provavelmente não teria mais nenhuma evolução no sentido positivo e por isso chegou a sua hora. Esta noite, Um Samora Tinto de 1949, de Joaquim dos Santos está à espera do seu destino. Pusemo-lo na posição vertical, de manhã, para o pé assentar. O Nível é excelente para a sua idade e a cor parece um vermelho rubi apaixonante.

Espero que tenho ficado mais do que ácido ramisco.

Não consegui encontrar o nome do produtor em nenhuma bibliografia. Se alguém conhece o nome teria todo o gosto em por aqui mais informação sobre o produtor.

 

 

 

 

 

Caso contrário farei um esforço para encontrar um exemplar do livro “O vinho de Colares” de 1938 escrito por Raúl Esteves e editado pela adega local.

 

 

 

Um texto encontrado hoje no blog Portuguese Wine.

 

Tradução, uma adaptação minha. Desconfio que tannins seja algum vocábulo específico do vinho, mas só encontro tradução como tanino, ácido tânico.

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publicado às 19:29

Imagens de Colares

por Nuno Saraiva, em 06.10.09

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publicado às 11:18

Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 30.08.09

(...)

Desde o passado dia 15 de Agosto (após uma breve paragem para obras de melhoramento do pavimento férreo) que as centenárias carruagens vermelhas e outras de cor amarela (datadas de 1903), voltaram à rua para transportar os passageiros, desde a verdejante Vila de Sintra até aos tons de azul e dourados da Praia das Maçãs.

A octogenária Cristina dos Santos é uma das primeiras a ocupar o seu lugar. Bem-disposta e conversadora, rapidamente se transformou na nossa "guia turística" (tarefa que desempenhou por iniciativa própria). Ao longo do percurso que dura cerca de 45 minutos, não deixou de assinalar na paisagem a presença do Centro de Ciência Viva, o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena e Monserrate. Mas antes de Cristina sair, na paragem de Colares, deixou-nos com a última informação em forma de pergunta: "Sabem como se chama esta igreja?" Sem nos dar tempo para a resposta, acrescenta rapidamente: Igreja de São Sebastião.

Depois de Colares, faltam ainda três paragens até ao final da viagem: Banzão, Pinhal e Praia das Maçãs.(...)

 

Visão, De volta à linha

 

---§§§§----

 

Quem estiver a banhos no próximo domingo na Praia das Maçãs, em Sintra, vai surpreender-se com uma procissão original. Oito andores e outras tantas figuras, lideradas pela imagem de Nossa Senhora da Praia, irão percorrer a localidade num desfile que terminará no mar, onde serão homenageadas com pétalas lançadas de avião.

(...)

 A festa religiosa começa com uma missa campal presidida pelo pároco de Colares, às 16.00, seguida da procissão, que será acompanhada pela charanga da GNR e pelas bandas filarmónicas de Colares e Mucifal. "Sendo uma festa de cariz religioso, ou seja, sem a componente profana, é significativo que consiga atrair anualmente milhares de pessoas", salienta o Padre José António Rebelo da Silva.

(...)

 

DN, Banho de flores nos 120 anos da Praia das Maçãs

 

---§§§§----

 

 

(...) "Num sábado, de três em três meses, organizamos acções na Grande Lisboa, onde cada voluntário pode apresentar um projecto para melhorar o bairro onde vive", relatou Jordan.

Adianta que, além dos voluntários, "também se podem juntar moradores para ajudar a arranjar o jardim, tirar graffiti das paredes, pintar a casa de uma pessoa idosa ou fazer qualquer outra coisa. Isto também serve para cultivar o espírito de comunidade".

Jorge Santos, da Guiné-Bissau, que viveu na Virginia (EUA) e mora há 16 anos em Colares, Sintra, também está envolvido no projecto e conta ao DN que, em Julho, voluntários arranjaram o Jardim do Torel e removeram graffiti dos muros, pintaram o corrimão de ferro e as paredes da escadaria do Beco de S. Luís da Pena. Depois vão recuperar o campo de futebol do Campo Mártires da Pátria.

 

Voluntários ajudam a dar brilho e nova vida ás cidades

 

---§§§§----

 

(...) Das castas produzidas, em que cerca de 95% destinam-se à produção de vinho da Madeira, a Tinta Negra Mole ocupa a maior área representando 85% das castas. Originária de Colares onde é conhecida como Molar, na Ilha é bastante produtiva e temporã. Ocupa as maiores manchas de vinhedos, com destaque para Câmara de Lobos e Estreito a Sul e o vale de São Vicente a Norte. As castas brancas também chamadas Nobres estão distribuídas segundo os micro-climas. São de difícil produção pela sua exigência e pouco aliciantes dada a sua baixa produtividade.

 

DN MADEIRA, As vindimas na Madeira

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publicado às 21:34

Vinho de Colares

por Nuno Saraiva, em 21.03.09

Colares sabe a vinho, não a mijo de gato.

 

Artigo de MEC que tive conhecimento via Rio das Maçãs,

 


(…) No ultimo Fugas fez o elogio dos vinhos de Colares que, apesar de serem um contra-senso na contramão da racionalidade e da moda, são os vinhos portugueses mais teimosos e mais fáceis de amar. Numa época em que tudo tem sabor a frutas tropicais, chocolate, baunilha, compotas e mijo de gato, os vinhos de Colares, sejam os tintos Ramisco ou os brancos Malvasia, estão entre os poucos que sabem a ...vinho.

Miguel Esteves Cardoso

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publicado às 10:24

Colares, o vinho

por Nuno Saraiva, em 27.10.08

No blog Slotovino, uma descrição duma visita a Colares.

 

 

 

O mais curioso no post é a referência a garrafas de vinho de Colares compradas na Garrafeira Nacional, mais velhas do que eu.

 

Heranças das gerações anteriores.

 

 

Leaving Colares, there remained a singular impression unlike any other in wine country.

With the aid of Satnav we made straight for Lisbon and Garrafeira Nacional in Barreira Alta: a temple to Portuguese wine. There we bought on special offer 2 bottles of Colares Chitas Reserva 1968 with 2 bottles of White Colares Conde Salreu 1967 White, 1 bottle of Colares Chitas 1995 and 1 Colares Fundacao Oriente 2004. We had bought another of the latter in Colares for 2 Euros more! The bill came to E.92.50. Not bad.

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publicado às 08:27

Colares, o vinho.

por Nuno Saraiva, em 23.09.08

Se Colares é hoje uma região conhecida para muitos, isso deve muito ao vinho de Colares e respectiva região demarcada.

 

No passado Sábado foi comemorado o centésimo aniversário da Região Demarcada. Esta efeméride merecia, na minha opinião, mais "pompa e circunstância", e a presença do Presidente da Câmara, que, apesar de convidado, não conseguiu encontrar um espaço na sua agenda para estar presente. A história do vinho de Colares não merecia, mas são vicissitudes dos dias de hoje.

 

Antes de lá entrar pensei que o evento ia ser de assistência diminuta, pois entendia que a divulgação tinha sido praticamente nula. Não foi nula, houve alguma divulgação por algum circuito que não tive conhecimento, talvez através das associações.

O porco estava muito bom, e o bolo da festa não lhe ficava atrás.

 

A acompanhar vinho da região, oferecido pela Adega Regional de Colares, que estreou umas novas embalagens: a conhecida por bag-in-box com 5 a 10 litros (desconheço a capacidade) .

 

Não provei o vinho tinto, mas parece que era suave como normalmente são os vinhos da zona. O Branco, a acompanhar a carne, era também a puxar para o doce. Mas realmente bom era um Rosé que por lá andava a ser servido. Parecia sumo. Um suminho com 11º.

Porém, como dizia alguém que por lá andava, 11 + 11 são 22. ;)

 

Foi bom saber que está a ser feito trabalho em defesa do vinho de Colares, e que este tem viabilidade para sobreviver a estes tempos difíceis.

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publicado às 13:54


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