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Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 17.02.10

A conversa do post anterior, está relacionada com esta notícia:

 

Demolição de casa de ex-autarca encalhou no tribunal há dois anos

 

 

Porém fica a ideia que quem escreveu o artigo não conhece Colares. A casa não perto de Colares, é mesmo em Colares!

 

Colares mais Colares não há!

 

 

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publicado às 11:50

Colares e as más notícias.

por Nuno Saraiva, em 03.02.10

O conteúdo da carta da ex-provedora baseava-se na confissão de "um ex-aluno da Casa Pia, com 20 e pouco anos, que estava desesperado porque ele e outro ex-aluno tinham recrutado miúdos da Casa Pia para senhores importantes fazerem festas", relembrou ao i Catalina Pestana. Esses ex-alunos recebiam dinheiro para levar menores para casas particulares, em Colares, Sintra, onde eram abusados por militares. A ex--provedora da instituição assegura que nunca conheceu "nomes nem profissões dos acusados". "Apenas passei tudo o que sabia e os nomes dos que recrutavam alunos ao Procurador."

 

link

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publicado às 17:05

Colares e a Imprensa

por Nuno Saraiva, em 19.10.09

No Rio das Maçãs:

 

 

Ainda no Rio das Maçãs:

 

 

 

 

 

Grande contributo, Pedro Macieira!

 


No estupefacto:

 

A 25 de Setembro de 1974, Artur Agostinho é preso quando estava de férias em Colares

(...) Acabei por ser preso no dia 25 de Setembro de 1974 por causa de uma denúncia falsa que fizeram contra mim. Inventaram que eu ia vestido de padre dentro de um carro funerário, com um caixão cheio de metralhadoras. Uma história rocambolesca, mas vieram deter-me de madrugada quando eu estava de férias em Colares, a tratar das minhas intentonas revolucionárias, que consistiam em ter um soninho porreiro.(...)
Notícia toda: http://www.correiomanha.pt

Eram outros tempos. Época de excessos, de parte a parte, com muitas «caças às bruxas».

De referir que Artur Agostinho sofreu um episódio dramático na sua família, com a morte do seu neto e do seu genro, filho de Colares, num acidente de viação.

 

 

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publicado às 19:27

Colares Velho

por Nuno Saraiva, em 18.10.09

E vão três: Depois do elogio da Sábado, do meu próprio elogio (sem pretensão alguma de o considerar da importância dos outros), a revista Evasões, veio a Colares, e fez um artigo fantástico, de seis páginas.

 

Seis páginas numa revista que apresenta o melhor do turismo português, é algo que deve encher o Colares Velho em particular e Colares em geral, de orgulho.

 

Colares cada vez mais in, e o Colares Velho, tem uma quota parte neste facto. Parabéns.

 

 

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publicado às 21:36

Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 06.09.09

 

Ambulâncias para urgências postais

Há 57 anos.

 

Correiros. Os CTT não ficam atrás das novidades no telégrafo e na telefonia e criam um serviço postal que vai até às localidades

Numa cerimónia descrita como simples mas expressiva, no dia 11 de Julho de 1952 foi inaugurado no Terreiro do Paço o serviço de auto-ambulâncias postais. Restritas inicialmente aos percursos Lisboa-Sintra-Colares--Cascais e Lisboa-Barreiro-Alcochete, o objectivo seria posteriormente alargar a zonas afastadas do País, como as terras longínquas do Alentejo.

As ambulâncias serviam como estações móveis dos CTT, permitindo às populações que não tinham estações telégrafo-postais fixas mandar e receber correspondência sem ser necessário deslocarem-se. A ambulância postal passava todos os dias à mesma hora e aceitava cartas, encomendas e telegramas para o continente, ilhas e estrangeiro. Via ambulância-postal também era possível fazer pedidos de informações, rectificações ou reclamações sobre qualquer objecto que fosse, acções que o correio-mor da altura, Couto dos Santos, disse supor ser "de real utilidade".

O discurso final de inauguração esteve a cabo do ministro das Comunicações, coronel Gomes de Araújo. Assim que acabou, pôs a trabalhar o motor das duas furgonetas alemãs: uma partiu para o Barreiro e outra para Sintra. A acção repetir-se-ia todos os dias por volta das 8.30.

 

DN BOLSA

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publicado às 20:36

Colares e a imprensa

por Nuno Saraiva, em 30.08.09

(...)

Desde o passado dia 15 de Agosto (após uma breve paragem para obras de melhoramento do pavimento férreo) que as centenárias carruagens vermelhas e outras de cor amarela (datadas de 1903), voltaram à rua para transportar os passageiros, desde a verdejante Vila de Sintra até aos tons de azul e dourados da Praia das Maçãs.

A octogenária Cristina dos Santos é uma das primeiras a ocupar o seu lugar. Bem-disposta e conversadora, rapidamente se transformou na nossa "guia turística" (tarefa que desempenhou por iniciativa própria). Ao longo do percurso que dura cerca de 45 minutos, não deixou de assinalar na paisagem a presença do Centro de Ciência Viva, o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena e Monserrate. Mas antes de Cristina sair, na paragem de Colares, deixou-nos com a última informação em forma de pergunta: "Sabem como se chama esta igreja?" Sem nos dar tempo para a resposta, acrescenta rapidamente: Igreja de São Sebastião.

Depois de Colares, faltam ainda três paragens até ao final da viagem: Banzão, Pinhal e Praia das Maçãs.(...)

 

Visão, De volta à linha

 

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Quem estiver a banhos no próximo domingo na Praia das Maçãs, em Sintra, vai surpreender-se com uma procissão original. Oito andores e outras tantas figuras, lideradas pela imagem de Nossa Senhora da Praia, irão percorrer a localidade num desfile que terminará no mar, onde serão homenageadas com pétalas lançadas de avião.

(...)

 A festa religiosa começa com uma missa campal presidida pelo pároco de Colares, às 16.00, seguida da procissão, que será acompanhada pela charanga da GNR e pelas bandas filarmónicas de Colares e Mucifal. "Sendo uma festa de cariz religioso, ou seja, sem a componente profana, é significativo que consiga atrair anualmente milhares de pessoas", salienta o Padre José António Rebelo da Silva.

(...)

 

DN, Banho de flores nos 120 anos da Praia das Maçãs

 

---§§§§----

 

 

(...) "Num sábado, de três em três meses, organizamos acções na Grande Lisboa, onde cada voluntário pode apresentar um projecto para melhorar o bairro onde vive", relatou Jordan.

Adianta que, além dos voluntários, "também se podem juntar moradores para ajudar a arranjar o jardim, tirar graffiti das paredes, pintar a casa de uma pessoa idosa ou fazer qualquer outra coisa. Isto também serve para cultivar o espírito de comunidade".

Jorge Santos, da Guiné-Bissau, que viveu na Virginia (EUA) e mora há 16 anos em Colares, Sintra, também está envolvido no projecto e conta ao DN que, em Julho, voluntários arranjaram o Jardim do Torel e removeram graffiti dos muros, pintaram o corrimão de ferro e as paredes da escadaria do Beco de S. Luís da Pena. Depois vão recuperar o campo de futebol do Campo Mártires da Pátria.

 

Voluntários ajudam a dar brilho e nova vida ás cidades

 

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(...) Das castas produzidas, em que cerca de 95% destinam-se à produção de vinho da Madeira, a Tinta Negra Mole ocupa a maior área representando 85% das castas. Originária de Colares onde é conhecida como Molar, na Ilha é bastante produtiva e temporã. Ocupa as maiores manchas de vinhedos, com destaque para Câmara de Lobos e Estreito a Sul e o vale de São Vicente a Norte. As castas brancas também chamadas Nobres estão distribuídas segundo os micro-climas. São de difícil produção pela sua exigência e pouco aliciantes dada a sua baixa produtividade.

 

DN MADEIRA, As vindimas na Madeira

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publicado às 21:34

Foi muito engraçado...

por Nuno Saraiva, em 30.08.09

Tão engraçado que virou parágrafo de jornal.

 

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publicado às 21:24

Colares e a imprensa - O eléctrico

por Nuno Saraiva, em 15.08.09

Sobre o regresso do funcionamento do eléctrico..

 

Retomado funcionamento depois de ano e meio de interrupção. Circuito só estará activoaos fins-de-semana até Setembro. Seguir-se-ão novas obras e o objectivo é reabrir o serviço definitivamente em Abril de 2010.

O eléctrico de Sintra retoma hoje as viagens até à Praia das Maçãs, depois de ano e meio de interrupção a partir da Ribeira de Sintra. No entanto, a viagem só será possível aos fins-de-semana e até Setembro, data em que a circulação deverá ser novamente suspensa. "Para já, irá funcionar até Outubro, depois será reavaliada a continuação ou não", explica o presidente Fernando Seara.

Já Valdemar Alves parece não ter dúvidas. "Vamos encerrar em Outubro porque as grandes intervenções não podem ser feitas com a linha em funcionamento", revela o respon- sável pela manutenção. "Queremos reabrir em Abril e já não encerrar. A ideia é retomar o funcionamento normal na Páscoa e se for possível formar guarda-freios em número suficiente, poderemos funcionar todos os dias em Agosto do próximo ano", avança.

A reabertura do troço suspenso depois das fortes chuvadas de Fevereiro de 2008 só foi possível após a construção de muros de contenção. "O eléctrico esteve parado por questões de segurança, após três pequenos descarrilamentos, mas já foram repostas as condições mínimas de segurança", explica Seara.

Ontem, a chegada do velhinho número sete à praia, na viagem de reabertura da linha, foi recebida com os aplausos de moradores e comerciantes locais. "Sinto-me bastante feliz, porque o eléctrico é uma mais-valia para a freguesia e para a praia. Recebi muitas queixas dos munícipes e fui persistente na câmara, mas tive e fui pedindo paciência e finalmente chegou o dia", revela Rui Santos, presidente da Junta de Colares.

Desde o início, na Estefânia de Sintra, até ao fim da linha, já na Praia das Maçãs, a viagem demorou mais de uma hora. A bordo, autarcas e jornalistas, para demonstrar que a linha é segura. "Como viram, os únicos percalços foram as pessoas que estacionaram na linha", afirmava Seara no terminal da Praia das Maçãs.

A viagem ficou marcada por três interrupções. "Este é o nosso problema normal, agora mais evidente porque as pessoas não estão habituadas", revela Valdemar Alves. Numas das situações em que não foi possível encontrar o proprietário foi precisa a força de braços do vice-presidente e do vereador das Obras Municipais, entre outros, para desviar o utilitário estacionado junto à linha.

Uma viagem normal deverá demorar "apenas" 45 minutos mas "os passageiros não podem vir com pressa, porque a linha tem um carácter mais lúdico", refere Valdemar Alves. A meio da viagem, mostrou com orgulho as oficinas onde estão estacionados os 14 eléctricos comprados desde 1903. "Aproveitámos a paragem para fazer a recuperação das carruagens, algumas originais", conta. A próxima empreitada será a recu-peração do carro núme- ro três. "Tem um grande valor histórico, porque foi feito de propósito para Sintra com apenas cinco janelas laterais, em vez das tradicionais seis a oito.


Diário de Notícias, Eléctrico de Sintra volta hoje à Praia das Maçãs

 

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Horários: As nove carreiras entre a Estefânia e a praia começam às 09.20 e terminam às 18.05. O último eléctrico regressa da praia às 19.00.

Tarifas: O bilhete entre Sintra e a praia vai custar dois euros. Os idosos pagam metade e as crianças até aos seis anos estão isentas.

Eléctricos: A Câmara de Sintra tem cinco carros-motores e dois atrelados em serviço. Se houver verba, nos próximos dois anos serão recuperadas mais duas carruagens.

Custo: A recuperação da linha vai custar 2,5 milhões de euros até 2011. A este valor acresce o custo das peças das catenárias, que será suportado pela autarquia.

 

Diário de Notíciias, Como funciona transporte da Praia

 

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O histórico eléctrico voltou a ligar a vila à Praia das Maçãs, num percurso que foi interrompido três vezes devido a viaturas estacionadas na linha


O centenário eléctrico de Sintra voltou à praia sexta-feira, retomando o seu troço original entre a vila e a Praia das Maçãs. O percurso teve que ser interrompido por três vezes devido a carros estacionados na Linha. Às 12h25, e depois de cerca de 45 minutos de viagem, o eléctrico chegou à praia e recebeu aplausos dos presentes.

Veja aqui as fotos link externo

Depois de mais de um ano de interregno, para realizar obras de requalificação na linha, o eléctrico voltou a fazer o percurso entre o Centro Ciência Viva e a Praia das Maçãs. O percurso foi encerrado devido a problemas de «segurança», explicou o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, que também participou na viagem. O autarca lembrou que em Fevereiro de 2008 «não existiam condições de segurança para manter a circulação», uma vez que ocorreram «três pequenos descarrilamentos». O presidente da câmara garantiu, no entanto, que actualmente já estão reunidas as condições de segurança.

De acordo com Fernando Seara, o circuito entre a Vila de Sintra e a Praia das Maçãs deve ser encarado como um «passeio lúdico». «As pessoas não podem vir com pressa», disse.

Desde 2004 que a câmara tem tentado recuperar os eléctricos. Neste momento já estão recuperados cinco carros motores, assim como dois atrelados. Dois carros estão em recuperação, num processo totalmente manual, feito por empresas nacionais.

O eléctrico volta a fazer este percurso às sextas, sábados e domingos até Outubro. Fernando Seara explicou que a circulação no Inverno depende da evolução das obras na linha, que devem decorrer até 2011, num investimento de 2,5 milhões de euros.

Para entrar a bordo do eléctrico centenário basta comprar o bilhete, que custa 2 euros. No entanto, as pessoas com mais de 65 anos só pagam metade e as crianças até seis anos têm entrada livre.

Entre os exemplares que estão a ser recuperados, destaca-se o número três, que é o eléctrico histórico «mais pequeno do mundo», porque só tem cinco janelas e 17 lugares sentados.

«Muito mais do que um meio de transporte, o eléctrico encerra em si mesmo um pouco da história do município» de Sintra. As palavras são do presidente da câmara e transmitem a alma do centenário meio de transporte.

O eléctrico de Sintra iniciou a circulação entre a vila e a Praia das Maçãs a 10 de Julho de 1904.

 

TVI24, De Sintra ao Oceano

 

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O Eléctrico de Sintra volta a circular entre a vila e a Praia das Maçãs no sábado, depois de ter encerrado para restauro durante 20 meses, obras que continuam até 2011, num investimento de 2,5 milhões de euros.

Numa visita para jornalistas entre o Centro Ciência Viva e a Praia das Maçãs no Eléctrico, o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, lembrou que quando a linha foi encerrada, em Fevereiro de 2008, "não existiam condições de segurança para manter a circulação", dando como exemplo a ocorrência de "três pequenos descarrilamentos".

Esta sexta-feira, o autarca garantiu a segurança daquele percurso, explicando que "um dos principais problemas na linha existia a seguir ao Centro Ciência Viva, onde já estão feitos os muros de contenção das terras", e algumas travessas foram substituídas nas zonas mais sensíveis.

Em declarações à Agência Lusa, um dos quatro condutores daqueles eléctricos, João Santos, com 20 anos, lembrou que "quando o eléctrico parou, as pessoas não gostaram, mas também não conheciam as causas".

Depois, "quando nos viam a fazer outros serviços, como a limpeza das linhas, vinham a correr perguntar quando é que o eléctrico voltava à praia. Hoje quando o eléctrico passa as pessoas batem as palmas" e "não conheço ninguém que não goste do eléctrico", salientou.

O regresso do eléctrico à Praia das Maçãs vai acontecer às sextas, sábados e domingos até Outubro, "para manter as obras que continuam no terreno": a circulação depois do Verão "vai depender da necessidade de muros de contenção no percurso e da evolução das obras", disse Fernando Seara.

A requalificação integral do percurso vai decorrer nos próximos dois anos e meio num investimento total de 2,5 milhões de euros, depois de "um princípio de mecenato cultural".

Segundo o presidente da Câmara de Sintra, "foi seguido o exemplo o ministro da Cultura: foi feita a reabilitação de um património histórico, centenário e de peças únicas do mundo".

O responsável pelo acompanhamento da recuperação dos eléctricos e da linha, Valdemar Alves, explicou que desde 2004 se procede também à recuperação dos eléctricos, tendo sido recuperados cinco carros.

"Depois de concurso público e com a empreitada já adjudicada, o eléctrico número três vai ser recuperado, depois de mais de 60 anos sem se mexer na sua estrutura. Está em circulação, mas a carroçaria está em muito mau estado" até porque "é um eléctrico histórico, o mais pequeno do mundo, porque só tem 5 janelas e só tem 17 lugares sentados", explicou Valdemar Alves.

O também condutor destes eléctricos conta que "quando se construíram os eléctricos para Sintra, onde se previa uma afluência menor de passageiros, foi decidido que para aqui se iam fazer os carros mais pequenos do mundo, a nível de eléctricos".

O eléctrico de Sintra iniciou a circulação entre a estação de comboios da vila e a Praia das maçãs a 10 de Julho de 1904, quatro meses depois de ter inaugurado, num extensão de mais 12 quilómetros.

 

SIC, Eléctrico centenário em Sintra volta a circular até à Praia das Maçãs.

 

 

 

 

 

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publicado às 14:25

A triste linha

por Nuno Saraiva, em 07.07.09

Como era de prever, o eléctrico não vai voltar a circular este Verão. Pelo menos essa é a convicção do Diário de Notícias: Mais um Verão sem eléctrico até à Praia das Maçãs.

 

Este natural da Praia das Maçãs não tem dúvidas de que o eléctrico não regressará tão cedo. "Só se estiverem um Inverno inteiro a trabalhar nisso é que o conseguem abrir antes do próximo Verão", acredita. O DN falou com três vereadores mas nenhum soube explicar em que fase se encontra a empreitada de reparação da linha. Fonte do gabinete da presidência assegura que as obras terão início na próxima semana.

 

Bom, o texto do artigo não permite concluir se é verdade ou qual a fonte do que diz no título, mas adivinha-se verdadeiro.

 

Tenho lido muito sobre o eléctrico, pela blogosfera. Na minha opinião, o eléctrico ainda vai dar muito que falar, pois, se uma empresa não conseguiu tirar rentabilidade da exploração do eléctrico, dificilmente a Câmara o fará, e assim, terá de fazer parte do Orçamento de despesa da Câmara Municipal de Sintra.

 

Para fazer parte da despesa, resta pensar onde vai Fernando Seara deixar de gastar. (Ao contrário do que quem normalmente critica parece pensar, a Câmara não tem uma máquina de fazer notas).

 

Deve a Câmara cortar na habitação social? Na manutenção das estradas? Centros de Saúde? Apoio à GNR? Acabar com a CECD? Cortar no apoio à cultura?

 

É mais difícil do que parece. É tão fácil falar, de fora.

 

Eu próprio, tinha exagerado o assunto, mas expondo este problema em Fevereiro: Que se levantem as linhas... com oportuno comentário de Pedro Macieira.

 

Pedro Macieira, que voltou hoje a falar no assunto, baseado na afirmação do Diário de Notícias, a tal de fonte paupérrima.

 

No Sintra do Avesso, João Cachado, escreve:


Há poucos dias, tentando ajudar um casal de alemães que pretendia ir de eléctrico até Colares – algo que lhes tinham dito ser possível – dirigi-me à Casa do Eléctrico. Infelizmente, conforme estava prevendo, ninguém soube esclarecer quanto à razão de apenas se chegar à Ribeira e, muito menos, quando seria reposta a normalidade.

 

À partida, incompetência da empregada. Corrigida para o DN, onde informaram "O mais certo é continuarmos com o horário reduzido, porque o resto da linha ainda não oferece garantias de segurança".

 

 

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publicado às 21:41

Vinho de Colares

por Nuno Saraiva, em 21.03.09

Colares sabe a vinho, não a mijo de gato.

 

Artigo de MEC que tive conhecimento via Rio das Maçãs,

 


(…) No ultimo Fugas fez o elogio dos vinhos de Colares que, apesar de serem um contra-senso na contramão da racionalidade e da moda, são os vinhos portugueses mais teimosos e mais fáceis de amar. Numa época em que tudo tem sabor a frutas tropicais, chocolate, baunilha, compotas e mijo de gato, os vinhos de Colares, sejam os tintos Ramisco ou os brancos Malvasia, estão entre os poucos que sabem a ...vinho.

Miguel Esteves Cardoso

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publicado às 10:24


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