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MANUEL CAETANO DE SOUSA PREGO, 6.º filho de D. Caetana Feliciana de Castro e de seu marido Manuel de SP, ref.os no n.º III do § 6.º. Foi tabelião, proprietário de um dos ofícios do Público Judicial e Notas da vila de Sintra; monteiro-mor da Serra de Sintra e das coutadas de Colares e de Cheleiros dela dependentes, por nomeação de 28-II-1750, por carta do monteiro-mor do Reino Fernando Telles da Silva, inclusa no processo de habilitação para a Ordem de Cristo adiante mencionado, com todos os privilégios inerentes até 24-XI-1760, data em que deixou esse cargo, cavaleiro professo na Ordem de Cristo por mercê de D. José I e portaria do secretário de Estado Francisco Xavier de Mendonça Furtado, datada de 29-XI-1760, confirmada depois do processo de habilitação por alvará de 26-VIII-1761, pelo qual se mandava armar cavaleiro na “minha real Capella, ou na Igreja de Nossa Senhora da conceipsam desta Cidade de Lisboa”, com doze mil reis de tença, mais tarde aumentada para quarenta mil reis; foi ainda governador da fortaleza de St.ª Maria do Magoito, cargo que ocupou por mais de 21 anos. Teve ainda mercê do hábito da Ordem de Sant’Iago, em 24-I-1799, com padrão de doze mil reis de tença.Nasceu em Sintra a 8 de Janeiro de 1725 e aí foi b. na Igreja de S. Martinho a 22 do mesmo mês e ano, tendo por pad.s Manuel Caetano Lopes de Lavre, cav.º professo da Ordem de Cristo, fid. da CR, deputado da Junta do Tabaco, alcaide-mor de Montemor-o-Velho e administrador da Casa de Aveiro, e de D. Maria da Câmara. Faleceu nessa mesma vila repentinamente de uma apoplexia a 30 de Novembro de 1801. Casou a l.ª vez em Sintra, em data que ignoramos pela mesma razão já várias vezes apontada do desaparecimento dos livros de recebimentos correspondentes aos registos compreendidos entre 1614 e 1775, com D. Rosa Caetana de Freitas Maciel, natural dessa vila, aonde foi b. a 9 de Março de 1732 e veio a falecer a 5 de Novembro de 1789, filha de Paulo Vieira Maciel, e de sua 2.ª mulher e prima D. Brízida Inácia de Freitas, atrás referidos. Casou a 2.ª vez, também em S. Martinho de Sintra, a 7 de Novembro de 1796 com Rosa Caetana de Jesus, natural da freg. de St.ª Maria de Sintra, nascida a 4 de Janeiro de 1765 e aí b. a 19 do mesmo mês, tendo por pad.s o Rev. P.e José Simões e D. Maria Josefina da Câmara Noronha e Ataíde, filha de Quintino da Costa Galvão, natural de Monte Lavar e aí b. na freg. de Nossa Senhora da Purificação, e de sua mulher Isabel Luísa da Silva, natural da freg. de St.ª Maria.

Fonte: Texto de

José Filipe Menéndez

retirado genealogia.netopia.pt

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publicado às 10:45


4 comentários

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De Anónimo a 09.02.2006 às 15:37

Este blog é um blog aberto e nenhum comentário, desde que não ofensivo, é considerado uma intrusão.
Dei conhecimento do seu comentário ao Tiago - irmão do Pedro.NS
(http://http//mentepositiva.blogspot.com)
(mailto:saraivanuno@gmail.com)
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De Anónimo a 09.02.2006 às 13:57

Peço desculpa pela intromissão em espaço alheio.Não entrei para ficar a conhecer melhor Colares, mas desde já agradeço a oportunidade. Conheço Colares há muitos anos e continuo apaixonado como da 1ª vez, mas hoje procuro uma pessoa de nome Pedro Corvo de quem perdi o contacto faz muitos anos de quem fui colega de liceu em São João do Estoril. Se me puder ajudar ficar-lhe-ia muito grato Chamo-me João Mourao e sou de Tomar que está umbilicalmente ligada a Colares. o meu mail é o seguinte joaomourao@hotmail.com.Muito obrigado. a´té sempreJoao Mourao
(http://Mourao)
(mailto:joaomourao@hotmail.com)
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De Anónimo a 18.10.2006 às 08:19

Caro Nuno Saraiva

Só há pouco tomei conhecimento deste seu blog - de e sobre Colares.
Felicito-o pela iniciativa, positiva, de divulgação da região, da sua geografia, da sua história, gentes e costumes.
Perguntar-se-á como cá cheguei?
É de fácil resposta! Andava à procura de mais dados históricos da região de Sintra que por vezes, um pouco ao acaso, nos surgem na net.
Contudo, permito-me fazer um reparo que creio ser de justiça. Quando se transcreve um qualquer conteúdo - que não obstante ter sido publicitado na net, impresso em publicação da especialidade e divulgado em edição de autor - este não deixa ainda assim de ter – isso mesmo – um autor.
Foi o caso, concreto, de ao ler o texto transcrito na COLARES de 8 de Fevereiro passado, o reconheci logo por ser “ipsis verbis” o que escrevi no Genea (que aparece efectivamente referida como fonte). Mas o que está nos tópicos do Fórum de Genealogia, ou deixei escrito a páginas tantas do n.º 9 das Raízes e Memórias, órgão da Associação Portuguesa de Genealogia, não são propriedade intelectual de qualquer uma dessas associações. A investigação histórico-genealógica, a interpretação crítica dos registos nas fontes, criteriosamente sujeita às regras estritas de heurística e hermenêutica, são da exclusiva responsabilidade do autor na construção de um dado corpus genealógico.
Penso que não estarei errado ao considerar que essa identificação de autoria se impõe e processa de mesma maneira que a vejo, no seu blog, produzida em relação à autoria das fotografias disponibilizadas por terceiros. Tenho todo o prazer em que quer que seja aproveite e divulgue os dados que gostosamente procurei e coligi no decurso das minhas investigações pelos nossos arquivos. Tenho vários exemplos disso aqui na net, na Wikipédia, com satisfação de ambas as partes envolvidas: do investigador e de quem posteriormente aqui o divulgou.
Acredite que fiquei satisfeito com mais esta divulgação, apesar do Manuel Caetano não ser nascido em Colares. Já agora, posso acrescentar-lhe – o que aliás terá certamente visto na mesma notícia de onde extraiu o conteúdo publicitado – que quem daí era natural era o seu bisavô paterno, o Padre Manuel Coelho Prego, e toda a sua ascendência, seiscentista, por esse costado. Dele descendem, além destes Sousa Prego, da 1.ª Linha, o visconde de Sousa Prego e sua sobrinha a condessa de Castelo.
Por último, só por uma questão de precisão (embora eu não seja especialista em heráldica ou emblemática) as insígnias que meritoriamente apresenta são as actuais, da República, distintas daquelas que usou o Manuel Caetano e outros mais familiares desta numerosa família sintrense.

Com votos de sucesso nesta sua actividade de divulgação, sou com atenção,

José Filipe Menéndez
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De filipe menéndez a 18.10.2006 às 08:26

Caro Nuno Saraiva

Só há pouco tomei conhecimento deste seu blog - de e sobre Colares.
Felicito-o pela iniciativa, positiva, de divulgação da região, da sua geografia, da sua história, gentes e costumes.
Perguntar-se-á como cá cheguei?
É de fácil resposta! Andava à procura de mais dados históricos da região de Sintra que por vezes, um pouco ao acaso, nos surgem na net.
Contudo, permito-me fazer um reparo que creio ser de justiça. Quando se transcreve um qualquer conteúdo - que não obstante ter sido publicitado na net, impresso em publicação da especialidade e divulgado em edição de autor - este não deixa ainda assim de ter – isso mesmo – um autor.
Foi o caso, concreto, de ao ler o texto transcrito na COLARES de 8 de Fevereiro passado, o reconheci logo por ser “ipsis verbis” o que escrevi no Genea (que aparece efectivamente referida como fonte). Mas o que está nos tópicos do Fórum de Genealogia, ou deixei escrito a páginas tantas do n.º 9 das Raízes e Memórias, órgão da Associação Portuguesa de Genealogia, não são propriedade intelectual de qualquer uma dessas associações. A investigação histórico-genealógica, a interpretação crítica dos registos nas fontes, criteriosamente sujeita às regras estritas de heurística e hermenêutica, são da exclusiva responsabilidade do autor na construção de um dado corpus genealógico.
Penso que não estarei errado ao considerar que essa identificação de autoria se impõe e processa de mesma maneira que a vejo, no seu blog, produzida em relação à autoria das fotografias disponibilizadas por terceiros. Tenho todo o prazer em que quer que seja aproveite e divulgue os dados que gostosamente procurei e coligi no decurso das minhas investigações pelos nossos arquivos. Tenho vários exemplos disso aqui na net, na Wikipédia, com satisfação de ambas as partes envolvidas: do investigador e de quem posteriormente aqui o divulgou.
Acredite que fiquei satisfeito com mais esta divulgação, apesar do Manuel Caetano não ser nascido em Colares. Já agora, posso acrescentar-lhe – o que aliás terá certamente visto na mesma notícia de onde extraiu o conteúdo publicitado – que quem daí era natural era o seu bisavô paterno, o Padre Manuel Coelho Prego, e toda a sua ascendência, seiscentista, por esse costado. Dele descendem, além destes Sousa Prego, da 1.ª Linha, o visconde de Sousa Prego e sua sobrinha a condessa de Castelo.
Por último, só por uma questão de precisão (embora eu não seja especialista em heráldica ou emblemática) as insígnias que meritoriamente apresenta são as actuais, da República, distintas daquelas que usou o Manuel Caetano e outros mais familiares desta numerosa família sintrense.

Com votos de sucesso nesta sua actividade de divulgação, sou com atenção,

José Filipe Menéndez

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