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Comentário

por Nuno Saraiva, em 10.07.08
De JAIME CORVO a 7 de Julho de 2008 às 23:55
Ao pesquisar alguns documentos de meu falecido sogro, José Gomes, referentes a propriedades que detinha no local, encontro a seguinte referência:
-"A Breja " (ou "A da Breja ")denominação de prédio rústico, que é um castanhal e foi propriedade da Família Mazziotti França;
Também aparece em escrituras e registos a palavra "Abreja", como sendo uma localidade de Colares;
Por sua vez, consultando um dicionário, encontro:
-O verbo "abrejar", que quer dizer "transformar em brejo", "alagar";
-O substantivo "brejo", com significado de "terreno inculto", "pântano", "lamaçal";
Terá que ver com a proximidade da ribeira e de eventuais e antigos alagamentos provenientes de cheias?;
Consultando ainda o livro editado pela Banda em comemoração do seu Centenário, da autoria do amigo e dedicado Colarense Sr. António Caruna, depara-se com a transcrição (na Pág. 225) do registo de aquisição do terreno que se destinou à construção da Sede, onde se diz " Pomar denominado a ABREJA...".
Ou seja, também a zona em frente dos Correios era conhecida como Abreja.
Faz sentido que este nome tenha que ver com "alagar", "pântano", dada a proximidade do rio e as cheias frequentes que se registavam no Inverno.
Fico por aqui, porque nada mais sei.
JAIME CORVO

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publicado às 19:55

romagem de saudade

por Nuno Saraiva, em 09.07.08

Ontem foi dia de romagem de saudade. Com duas amigas revisitei o lugar onde tive casa de férias cerca de 40 anos, terra pequena, entre serra e mar, paisagem a perder de vista, bons ares. Igrejinha lá no alto, chafariz antigo, casas com janelas debruadas a cantaria, portões com aldraba, paredes caiadas onde a luz bate excessiva, burros subindo e descendo a ladeira da serra, pequenos muros de pedras sobrepostas a separar as leiras, enfim, uma espécie de santuário a meia hora de Lisboa.

Os filhos cresceram por ali, sem grandes cuidados.

Nesta visita, passei à porta da casa que outrora fora abrigo da família e, espanto dos espantos:em obras, desapareceram as janelas à antiga portuguesa para darem lugar a uma espécie de vidros duplos com alumínio alvo de neve , mais acima, onde uns enormes pedregulhos foram assento nosso para ver o mar, está agora um portão verde e uma cerca também verde a esconder o terreno baldio a que uns americanos chamaram deles!

Noutro caminho , entre casas antigas e hortas e canteiros ergue-se um casarão cinzento, tipo caixote, a destoar de tudo quanto o cerca. Disseram-me que era obra do arquitecto Graça Dias.

Desci a serra em direcção à praia e aí não houve Graça Dias que mexesse naquele mar ora bravio ora sereno, ondas alterosas hoje , bandeira verde amanhã.

Respirei fundo.

 

 

Um autêntico quadro escrito do Penedo de Maria João Rolo Duarte

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publicado às 22:44

Foi bonita a festa pá, fiquei contente...

por Nuno Saraiva, em 08.07.08

 

Gostei do encontro das associações, e principalmente do concerto das três bandas.

 

Correu tudo bem. De início pensei que seria muito cedo, que estaria calor demais para as pessoas estarem lá a ver, mas não.

 

E agora um bocado de Caras, Lux, VIP, Fama, 24 Horas.

Tivemos o privilégio de ter uma ilustre figura nacional, a ver a actuação da nossa banda. Muito mais tarde estava em directo na TV.

 

Sabem quem era? Se não sabem perguntem-me que não será aqui divulgado, que acho que as pessoas têm direito à sua vida particular.

 

Foto de Vitalino

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publicado às 23:59

Abreja

por Nuno Saraiva, em 07.07.08

Alguém sabe o que é que quer dizer Abreja?

 

Alguém sabe porque é que a Rua da Abreja tem este nome?

 

Eu não sei mas gostava de saber. Perguntem aos vossos pais ou avós e depois digam-me. Aqui ou pessoalmente.

 

Gostava mesmo de saber se há alguma razão importante.

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publicado às 21:46

Fogo na Serra de Sintra

por Nuno Saraiva, em 06.07.08

Às 21.00 de minha casa via-se isto:

 

 

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publicado às 22:50

Fogo na Serra de Sintra

por Nuno Saraiva, em 06.07.08

Hoje foi o dia em que se juntaram todas as instituições na Praia das Maçãs. Exactamente na hora marcada para o desfile, começou um fogo.

 

Felizmente, ambas as corporações de Bombeiros tiveram o bom senso de comparecer apenas com poucos representantes, deixando as suas equipas e meios, de prevenção.

 

Incêndio

 

 

 

 

 

Quando cheguei a casa, por volta das 20.00

 

 

 

 

Fogo posto. Alguém acredita noutra hipótese, naquele sítio?

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publicado às 22:12

Há Festa, hoje

por Nuno Saraiva, em 06.07.08

Estou empenhado, espectante e curioso acerca do que vai acontecer hoje na Praia das Maçãs.

 

É de louvar o empenho que a Junta de Freguesia está a ter em promover e apoiar as associações e instituições culturais da Freguesia.

 

Apoiar, nem sempre é dar dinheiro, muitas vezes há coisas mais importantes que isso. É promover, é apoiar as associações nas suas lutas. É divulgar.

 

Voltando à parte mais interessante do dia, hoje, na Praia das Maçãs, às 17.00 vão desfilar representantes de todas as colectividades e instituições da freguesia (pelo menos todas terão sido convidadas).

 

De seguida, às 18.00, as três bandas da freguesia, darão um concerto unidas como uma só.

 

É uma oportunidade para ver que o associativismo e o voluntariado existe. Do meu cantinho, um abraço para todos aqueles que, de forma voluntária, fazem as instituições: Músicos, Bombeiros, Atletas, etc. E claro, não poderia deixar de ser a todos oferecem o seu trabalho às mesmas: Direcções, sócios e amigos.

 

Não perca a oportunidade de apoiar todo este trabalho marcando presença na Praia das Maçãs logo à tarde. Além disso, o concerto vale a pena.

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publicado às 09:54

A família Colares

por Nuno Saraiva, em 01.07.08
A História da Família Collares

I

 

Este pequeno e singelo trabalho tem como objetivo, recuperar um pouco da História de uma família que passou grande parte de suas gerações sem deixar marcas no tempo.

Quero assim homenagear todos aqueles que contribuíram corajosamente neste mundo para trazer até as gerações presentes este sobrenome de gente simples mais acima de tudo honesta e hospitaleira.

 

II

Meus primeiros estudos mostram que a origem da família Collares, inicia-se no sul da França de onde nasce o Brasão do Clã Collares. Mais tarde ressurge com mais força no litoral de Portugal, onde hoje situa-se a cidade de Collares esta conhecida em Portugal como Villa de Collares tão antiga que já existia no tempo dos romanos, porque disto dão testemunho muitas medalhas e inscrições romanas que aí são encontradas. Provavelmente se viu livre do jugo sarraceno ao mesmo tempo que sua vizinha Cintra, que foi resgatada por Don Affonso Henriques por volta do ano de 1200.

Fica muito difícil alocar qualquer informação que possa aproximar, mesmo que distante, de remanescentes desta família nesta época.

Não temos informações que possam narrar com clareza a vinda dos primeiros Collares para o Brasil. Tudo que podemos apresentar é o surgimento do sobrenome no Estado do Rio Grande do Sul, mais tarde pode-se observar o aparecimento também em São Paulo, (Desembargador Alexandre Collares), Fortaleza/CE e em Belo Horizonte/MG. Não é possível sem um grande estudo, buscar a conexão entre as diversas ramificações existentes, mas para tanto seria necessário, antes de mais nada, juntar documentos históricos, hoje muito raros, para iniciar esse estudo.

 

III

Conta nos Jayme Collares Neto, em seus estudos históricos da família Collares do Estado do Rio Grande do Sul que seguindo seus antepassados conseguiu descobrir que os Collares da região de Bagé e do Uruguay pertencem a mesma família que vieram para Palmas, os quais em 1836 adquiriram vastas extensões de terras na região dos arroios Corrales e Queguay-Chico. Essas terras se situavam mais ou menos a meio caminho entre as cidades de Tacuarembó e Payssandú, no Uruguay, nas quais vivem até hoje boa parte de seus descendentes.

Os dois irmãos que em 1810-1820 vieram para as Palmas se chamavam José Luiz Colares e Leonardo José Colares. Eram naturais de Mostardas, município situado no litoral sul-rio-grandense, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico. Seu pai foi um comerciante Português que se chamava José Luiz Colares, que nasceu em 1751 na Vila de Colares, próximo a Lisboa, em Portugal. Seu nome de família era Luiz, mas ao vir para o Brasil ele acrescentou o sobrenome Colares, porque era inconveniente para um comerciante ter um nome comum, como José Luiz.

Esse, segundo nos relata Jayme Colares Neto, foi o primeiro a se assinar Colares no Rio Grande do Sul. Casou-se em 1788 com Anna Ignácia de Jesus, nascida em Mostardas em 1773, ano de fundação dessa cidade. Era filha de imigrantes açorianos, chegados ao Rio Grande do Sul no começo de 1752, vindos da Vila do Topo, na Ilha de São Jorge.

Além desses Colares já mencionados, existem ou existiram antigamente, pelo menos outras seis famílias Colares/Collares no Rio Grande do Sul, os quais são:

 

* Os Collares de São Simão (Mostardas) são primos cruzados dos primeiros acima citados, pois descendem de Gertrudes, a irmã dos dois Collares que foram para Palmas.

 

* Os Collares Índios de Santo Antônio da Patrulha. A única notícia da existência dessa família é o registro de batizado de Catarina, filha de um índio chamado Luiz Collares e de sua mulher Maria Rodrigues, datado de 1791. Possivelmente essa família se extinguiu. A existência desse índio chamado Luiz Collares em 1791 é um dos mistérios de nossa família que talvez jamais será esclarecido.

 

* Os Collares açorianos do Estreito. São um ramo da numerosa família açoriana Pereira Machado. Os seis órfãos de José Pereira Machado, falecido no Capão do Meio (Estreito) em 1793, acrescentaram Collares ao sobrenome em meados do século XIX. Alguns deles deixaram descendência em Mostardas e possivelmente também em Pelotas, mas não sabemos se tiveram continuidade. Por que toda uma família açoriana resolveu se chamar Collares é outro mistério para o qual não temos nenhuma explicação.

 

* Os Oliveira Collares de Mostardas. Assim se assinaram os quatro filhos de Generosa Maria de Oliveira, nascida em Santo Antônio da Patrulha, filha de um Barcellos. O Primeiro deles, José de Oliveira Collares, que aliás se tornaria proprietário de muitas terras, nasceu em Mostardas em 1846. Existem hoje alguns membros dessa família radicados em Mostardas e em Pelotas. Por que os quatro filhos dessa mulher se assinaram Collares, também não sabemos.

 

* Os Collares negros do Estreito e de Mostardas. Surgiram na época da abolição da escravatura (1888), principalmente no Bojuru (Estreito) e no Passo João Costa (Mostardas). Hoje são bastante numerosos. Talvez tivessem adotado o sobrenome Collares por ter sido esse sobrenome dos seus antigos senhores.

 

* Os Collares açorianos de Santo Antônio da Patrulha. São todos descendentes de um Tenente da Guarda Nacional, chamado José Luiz Collares, que em 1865 partiu para a Guerra do Paraguay, deixando sete filhos e filhas menores. Esse Tenente era, por parte da mãe primo-irmão dos dois Collares que foram para as Palmas.

 

Existem várias outras famílias Collares/Colares, em todo o Brasil. Parece que a mais antiga de todas é a do Ceará, cujos mais antigos antepassados teriam chegado ao Brasil em 1715, vindos também da Vila Colares. Essa família parece ser, também, a mais numerosa de todas. Seus descendentes se acham atualmente dispersos por quase todo o Brasil, do Ceará ao Rio de Janeiro.

Conta a tradição que teriam vindo para o Brasil, não somente um, mas dois irmãos Collares. Um deles teria ficado em Mostardas e o outro teria ido "para o norte".

Tudo que posso dizer a respeito dessa velha lenda é que pelo menos até o momento, não encontramos nenhuma prova da existência desse suposto irmão do primeiro Collares, nem dos seus descendentes.

 

Aqui, bem próximo de nós, existe uma numerosa família Collares na cidade de Sombrio, próximo a Laguna, em Santa Catarina. Esses Collares têm ligação com alguma das famílias Collares de Mostardas, mas até agora não pudemos determinar ao certo com qual daquelas famílias seriam eles descendentes. Seriam descendentes do tal lendário outro irmão de José Luiz? Eles lá contam que vieram de Portugal três irmãos: Um foi para Laguna, outro para a cidade de Rio Grande e o terceiro para Porto Alegre.

Esse foi o relato histórico dos estudos de Jayme Collares Neto, residente na cidade de Porto Alegre/RS.

Como pudemos observar é muito difícil estabelecermos uma ligação a partir de comentários e lendas oriundas de nossos antepassados sem nos atermos a documentos.

I

V

Origem dos Collares de Santa Catarina

Nos relatam alguns de nossos familiares mais antigos que o nome do primeiro Colares de Sombrio foi "Genuíno". É simplesmente impossível agregar fatos históricos a um simples nome. Foi preciso buscar mais fatos, mais histórias, até chegar num denominador comum. De fato todos os Colares de Sombrio, são descendentes da mesma pessoa. Isso é prova irrefutável. Diz os comentários gerais da parentela que: "Irineu é irmão de Luiz, que é irmão de Antonino, que é irmão de José, que é irmão de Januária, que é irmã de Docelyria, que é irmã de Sérgia, que é irmã de Júlia que é irmã de Juvenil. Ou seja todos são filhos e filhas de alguém. Só que Luiz, o segundo da relação nos levou a luz, vejam o que diz o texto de um Livro de Registro de Batismo dos arquivos antigos da Diocese de Tubarão: "Aos nove dias do mês de junho de mil oitocentos e setenta e três, nesta freguesia de Araranguá, baptizei e ministrei os santos óleos a Luiz ...filho legítimo de Genuíno Ignácio Collares e de Gertrudes Maria da Cunha, avós paternos (prejudicado) e Maria D’Oliviera e avós maternos, Luiz Antônio da Cunha e Marculina Monteiro Guimarães". Desta forma fica evidente que se os nomes mencionados acima são todos irmãos, então todos são filhos de Genuíno Ignácio Collares e de Gertrudes Maria da Cunha o que testifica que todos os Colares/Collares do sul de Santa Catarina são descendentes de Genuíno. O que não conseguimos até o presente e levantar qualquer tipo de informação sobre quem era o pai de Genuíno Ignácio Collares. A mãe já sabemos se tratar de Maria D’Oliveira, mas o pai não foi possível decifrar com clareza o nome escrito no livro de registro o que ficou bastante prejudicado a continuidade no retorno histórico de seus antecedentes. Sabemos no entanto por informações de um de seus tataranetos, Luiz Irineu Colares, que seu avô, Irineu, lhe contava que Genuíno, viera de Mostardas para estas bandas (Sombrio) com 22 anos de idade.

Genoíno Ignácio Collares, nasceu no ano de 1848, e faleceu aos 70 anos, em 1918, natural do Estado do Rio Grande do Sul, filho de IGNÁCIO COLLARES e GENEROSA BARCELOS DE OLIVEIRA.

Já Valdomiro Ramos, neto de Genuíno, filho de Docelyria da Cunha Colares, nos narrou em seu depoimento, que Genuíno lutava ao lado dos farroupilhas contra as forças imperiais defendendo os ideais de Bento Gonçalves. Segundo ele foi durante esse período que em uma batalha no litoral riograndense, as forças imperiais de Dom Pedro II, venceram e fizeram alguns farrapos prisioneiros, entre estes estava Genuíno, que após algum tempo feito prisioneiro conseguiu escapar e se pôs em fuga para o norte, vindo a se estabelecer ao norte da lagoa do Sombrio, onde ali já estavam fixadas algumas famílias, dentre elas as de João José de Guimarães e Luiz Antônio da Cunha.

Estes fatos históricos narrados por Valdomiro Ramos (Tio Miro), não foi mencionado por nenhum outro seu descendente, haja vista que Tio Miro, como é conhecido por seus parentes, tinha 92 anos quando nos relatou essas informações. Não são conclusivas todas essas narrativas, absolutamente. Todas as informações ainda se encontram em fase de estudos, novos fatos precisam ser estudados e juntados para que possamos formar este quebra-cabeças, jamais montados na história da família. Todos os depoimentos tem sua importância histórica e merecem serem trazidos as novas gerações.

 

FILHOS DE GENUÍNO IGNÁCIO COLLARES E GERTRUDES MARIA DA CUNHA.

Luiz da Cunha Collares
Nascido em 11 de Junho de 1873.

Antonino da Cunha Collares
Nascido no ano de 1875

Irineu da Cunha Collares
Nascido no ano de 1877

José da Cunha Collares

Juvenil da Cunha Collares

Nascido no ano de 1889

Januária da Cunha Collares

Docelyria da Cunha Collares

Júlia da Cunha Collares

Sérgia da Cunha Collares

Esta forma a grande família deixada por Genuíno e Gertrudes, muito ainda precisamos pesquisar para montar a Árvore Genealógica da Família Collares, entretanto, já estamos bastante avançados e com o auxílio de todos os familiares conseguiremos concluir nosso trabalho.

 

Um trabalho de Edy Colares (Havia copiado deste link http://www.geocities.com/edycolares/

 que deixou de estar disponível)

 

 

 

 

À atenção de Solange Colares

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publicado às 23:30

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