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A triste linha

por Nuno Saraiva, em 07.07.09

Como era de prever, o eléctrico não vai voltar a circular este Verão. Pelo menos essa é a convicção do Diário de Notícias: Mais um Verão sem eléctrico até à Praia das Maçãs.

 

Este natural da Praia das Maçãs não tem dúvidas de que o eléctrico não regressará tão cedo. "Só se estiverem um Inverno inteiro a trabalhar nisso é que o conseguem abrir antes do próximo Verão", acredita. O DN falou com três vereadores mas nenhum soube explicar em que fase se encontra a empreitada de reparação da linha. Fonte do gabinete da presidência assegura que as obras terão início na próxima semana.

 

Bom, o texto do artigo não permite concluir se é verdade ou qual a fonte do que diz no título, mas adivinha-se verdadeiro.

 

Tenho lido muito sobre o eléctrico, pela blogosfera. Na minha opinião, o eléctrico ainda vai dar muito que falar, pois, se uma empresa não conseguiu tirar rentabilidade da exploração do eléctrico, dificilmente a Câmara o fará, e assim, terá de fazer parte do Orçamento de despesa da Câmara Municipal de Sintra.

 

Para fazer parte da despesa, resta pensar onde vai Fernando Seara deixar de gastar. (Ao contrário do que quem normalmente critica parece pensar, a Câmara não tem uma máquina de fazer notas).

 

Deve a Câmara cortar na habitação social? Na manutenção das estradas? Centros de Saúde? Apoio à GNR? Acabar com a CECD? Cortar no apoio à cultura?

 

É mais difícil do que parece. É tão fácil falar, de fora.

 

Eu próprio, tinha exagerado o assunto, mas expondo este problema em Fevereiro: Que se levantem as linhas... com oportuno comentário de Pedro Macieira.

 

Pedro Macieira, que voltou hoje a falar no assunto, baseado na afirmação do Diário de Notícias, a tal de fonte paupérrima.

 

No Sintra do Avesso, João Cachado, escreve:


Há poucos dias, tentando ajudar um casal de alemães que pretendia ir de eléctrico até Colares – algo que lhes tinham dito ser possível – dirigi-me à Casa do Eléctrico. Infelizmente, conforme estava prevendo, ninguém soube esclarecer quanto à razão de apenas se chegar à Ribeira e, muito menos, quando seria reposta a normalidade.

 

À partida, incompetência da empregada. Corrigida para o DN, onde informaram "O mais certo é continuarmos com o horário reduzido, porque o resto da linha ainda não oferece garantias de segurança".

 

 

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publicado às 21:41



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