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A família Colares

por Nuno Saraiva, em 01.07.08
A História da Família Collares

I

 

Este pequeno e singelo trabalho tem como objetivo, recuperar um pouco da História de uma família que passou grande parte de suas gerações sem deixar marcas no tempo.

Quero assim homenagear todos aqueles que contribuíram corajosamente neste mundo para trazer até as gerações presentes este sobrenome de gente simples mais acima de tudo honesta e hospitaleira.

 

II

Meus primeiros estudos mostram que a origem da família Collares, inicia-se no sul da França de onde nasce o Brasão do Clã Collares. Mais tarde ressurge com mais força no litoral de Portugal, onde hoje situa-se a cidade de Collares esta conhecida em Portugal como Villa de Collares tão antiga que já existia no tempo dos romanos, porque disto dão testemunho muitas medalhas e inscrições romanas que aí são encontradas. Provavelmente se viu livre do jugo sarraceno ao mesmo tempo que sua vizinha Cintra, que foi resgatada por Don Affonso Henriques por volta do ano de 1200.

Fica muito difícil alocar qualquer informação que possa aproximar, mesmo que distante, de remanescentes desta família nesta época.

Não temos informações que possam narrar com clareza a vinda dos primeiros Collares para o Brasil. Tudo que podemos apresentar é o surgimento do sobrenome no Estado do Rio Grande do Sul, mais tarde pode-se observar o aparecimento também em São Paulo, (Desembargador Alexandre Collares), Fortaleza/CE e em Belo Horizonte/MG. Não é possível sem um grande estudo, buscar a conexão entre as diversas ramificações existentes, mas para tanto seria necessário, antes de mais nada, juntar documentos históricos, hoje muito raros, para iniciar esse estudo.

 

III

Conta nos Jayme Collares Neto, em seus estudos históricos da família Collares do Estado do Rio Grande do Sul que seguindo seus antepassados conseguiu descobrir que os Collares da região de Bagé e do Uruguay pertencem a mesma família que vieram para Palmas, os quais em 1836 adquiriram vastas extensões de terras na região dos arroios Corrales e Queguay-Chico. Essas terras se situavam mais ou menos a meio caminho entre as cidades de Tacuarembó e Payssandú, no Uruguay, nas quais vivem até hoje boa parte de seus descendentes.

Os dois irmãos que em 1810-1820 vieram para as Palmas se chamavam José Luiz Colares e Leonardo José Colares. Eram naturais de Mostardas, município situado no litoral sul-rio-grandense, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico. Seu pai foi um comerciante Português que se chamava José Luiz Colares, que nasceu em 1751 na Vila de Colares, próximo a Lisboa, em Portugal. Seu nome de família era Luiz, mas ao vir para o Brasil ele acrescentou o sobrenome Colares, porque era inconveniente para um comerciante ter um nome comum, como José Luiz.

Esse, segundo nos relata Jayme Colares Neto, foi o primeiro a se assinar Colares no Rio Grande do Sul. Casou-se em 1788 com Anna Ignácia de Jesus, nascida em Mostardas em 1773, ano de fundação dessa cidade. Era filha de imigrantes açorianos, chegados ao Rio Grande do Sul no começo de 1752, vindos da Vila do Topo, na Ilha de São Jorge.

Além desses Colares já mencionados, existem ou existiram antigamente, pelo menos outras seis famílias Colares/Collares no Rio Grande do Sul, os quais são:

 

* Os Collares de São Simão (Mostardas) são primos cruzados dos primeiros acima citados, pois descendem de Gertrudes, a irmã dos dois Collares que foram para Palmas.

 

* Os Collares Índios de Santo Antônio da Patrulha. A única notícia da existência dessa família é o registro de batizado de Catarina, filha de um índio chamado Luiz Collares e de sua mulher Maria Rodrigues, datado de 1791. Possivelmente essa família se extinguiu. A existência desse índio chamado Luiz Collares em 1791 é um dos mistérios de nossa família que talvez jamais será esclarecido.

 

* Os Collares açorianos do Estreito. São um ramo da numerosa família açoriana Pereira Machado. Os seis órfãos de José Pereira Machado, falecido no Capão do Meio (Estreito) em 1793, acrescentaram Collares ao sobrenome em meados do século XIX. Alguns deles deixaram descendência em Mostardas e possivelmente também em Pelotas, mas não sabemos se tiveram continuidade. Por que toda uma família açoriana resolveu se chamar Collares é outro mistério para o qual não temos nenhuma explicação.

 

* Os Oliveira Collares de Mostardas. Assim se assinaram os quatro filhos de Generosa Maria de Oliveira, nascida em Santo Antônio da Patrulha, filha de um Barcellos. O Primeiro deles, José de Oliveira Collares, que aliás se tornaria proprietário de muitas terras, nasceu em Mostardas em 1846. Existem hoje alguns membros dessa família radicados em Mostardas e em Pelotas. Por que os quatro filhos dessa mulher se assinaram Collares, também não sabemos.

 

* Os Collares negros do Estreito e de Mostardas. Surgiram na época da abolição da escravatura (1888), principalmente no Bojuru (Estreito) e no Passo João Costa (Mostardas). Hoje são bastante numerosos. Talvez tivessem adotado o sobrenome Collares por ter sido esse sobrenome dos seus antigos senhores.

 

* Os Collares açorianos de Santo Antônio da Patrulha. São todos descendentes de um Tenente da Guarda Nacional, chamado José Luiz Collares, que em 1865 partiu para a Guerra do Paraguay, deixando sete filhos e filhas menores. Esse Tenente era, por parte da mãe primo-irmão dos dois Collares que foram para as Palmas.

 

Existem várias outras famílias Collares/Colares, em todo o Brasil. Parece que a mais antiga de todas é a do Ceará, cujos mais antigos antepassados teriam chegado ao Brasil em 1715, vindos também da Vila Colares. Essa família parece ser, também, a mais numerosa de todas. Seus descendentes se acham atualmente dispersos por quase todo o Brasil, do Ceará ao Rio de Janeiro.

Conta a tradição que teriam vindo para o Brasil, não somente um, mas dois irmãos Collares. Um deles teria ficado em Mostardas e o outro teria ido "para o norte".

Tudo que posso dizer a respeito dessa velha lenda é que pelo menos até o momento, não encontramos nenhuma prova da existência desse suposto irmão do primeiro Collares, nem dos seus descendentes.

 

Aqui, bem próximo de nós, existe uma numerosa família Collares na cidade de Sombrio, próximo a Laguna, em Santa Catarina. Esses Collares têm ligação com alguma das famílias Collares de Mostardas, mas até agora não pudemos determinar ao certo com qual daquelas famílias seriam eles descendentes. Seriam descendentes do tal lendário outro irmão de José Luiz? Eles lá contam que vieram de Portugal três irmãos: Um foi para Laguna, outro para a cidade de Rio Grande e o terceiro para Porto Alegre.

Esse foi o relato histórico dos estudos de Jayme Collares Neto, residente na cidade de Porto Alegre/RS.

Como pudemos observar é muito difícil estabelecermos uma ligação a partir de comentários e lendas oriundas de nossos antepassados sem nos atermos a documentos.

I

V

Origem dos Collares de Santa Catarina

Nos relatam alguns de nossos familiares mais antigos que o nome do primeiro Colares de Sombrio foi "Genuíno". É simplesmente impossível agregar fatos históricos a um simples nome. Foi preciso buscar mais fatos, mais histórias, até chegar num denominador comum. De fato todos os Colares de Sombrio, são descendentes da mesma pessoa. Isso é prova irrefutável. Diz os comentários gerais da parentela que: "Irineu é irmão de Luiz, que é irmão de Antonino, que é irmão de José, que é irmão de Januária, que é irmã de Docelyria, que é irmã de Sérgia, que é irmã de Júlia que é irmã de Juvenil. Ou seja todos são filhos e filhas de alguém. Só que Luiz, o segundo da relação nos levou a luz, vejam o que diz o texto de um Livro de Registro de Batismo dos arquivos antigos da Diocese de Tubarão: "Aos nove dias do mês de junho de mil oitocentos e setenta e três, nesta freguesia de Araranguá, baptizei e ministrei os santos óleos a Luiz ...filho legítimo de Genuíno Ignácio Collares e de Gertrudes Maria da Cunha, avós paternos (prejudicado) e Maria D’Oliviera e avós maternos, Luiz Antônio da Cunha e Marculina Monteiro Guimarães". Desta forma fica evidente que se os nomes mencionados acima são todos irmãos, então todos são filhos de Genuíno Ignácio Collares e de Gertrudes Maria da Cunha o que testifica que todos os Colares/Collares do sul de Santa Catarina são descendentes de Genuíno. O que não conseguimos até o presente e levantar qualquer tipo de informação sobre quem era o pai de Genuíno Ignácio Collares. A mãe já sabemos se tratar de Maria D’Oliveira, mas o pai não foi possível decifrar com clareza o nome escrito no livro de registro o que ficou bastante prejudicado a continuidade no retorno histórico de seus antecedentes. Sabemos no entanto por informações de um de seus tataranetos, Luiz Irineu Colares, que seu avô, Irineu, lhe contava que Genuíno, viera de Mostardas para estas bandas (Sombrio) com 22 anos de idade.

Genoíno Ignácio Collares, nasceu no ano de 1848, e faleceu aos 70 anos, em 1918, natural do Estado do Rio Grande do Sul, filho de IGNÁCIO COLLARES e GENEROSA BARCELOS DE OLIVEIRA.

Já Valdomiro Ramos, neto de Genuíno, filho de Docelyria da Cunha Colares, nos narrou em seu depoimento, que Genuíno lutava ao lado dos farroupilhas contra as forças imperiais defendendo os ideais de Bento Gonçalves. Segundo ele foi durante esse período que em uma batalha no litoral riograndense, as forças imperiais de Dom Pedro II, venceram e fizeram alguns farrapos prisioneiros, entre estes estava Genuíno, que após algum tempo feito prisioneiro conseguiu escapar e se pôs em fuga para o norte, vindo a se estabelecer ao norte da lagoa do Sombrio, onde ali já estavam fixadas algumas famílias, dentre elas as de João José de Guimarães e Luiz Antônio da Cunha.

Estes fatos históricos narrados por Valdomiro Ramos (Tio Miro), não foi mencionado por nenhum outro seu descendente, haja vista que Tio Miro, como é conhecido por seus parentes, tinha 92 anos quando nos relatou essas informações. Não são conclusivas todas essas narrativas, absolutamente. Todas as informações ainda se encontram em fase de estudos, novos fatos precisam ser estudados e juntados para que possamos formar este quebra-cabeças, jamais montados na história da família. Todos os depoimentos tem sua importância histórica e merecem serem trazidos as novas gerações.

 

FILHOS DE GENUÍNO IGNÁCIO COLLARES E GERTRUDES MARIA DA CUNHA.

Luiz da Cunha Collares
Nascido em 11 de Junho de 1873.

Antonino da Cunha Collares
Nascido no ano de 1875

Irineu da Cunha Collares
Nascido no ano de 1877

José da Cunha Collares

Juvenil da Cunha Collares

Nascido no ano de 1889

Januária da Cunha Collares

Docelyria da Cunha Collares

Júlia da Cunha Collares

Sérgia da Cunha Collares

Esta forma a grande família deixada por Genuíno e Gertrudes, muito ainda precisamos pesquisar para montar a Árvore Genealógica da Família Collares, entretanto, já estamos bastante avançados e com o auxílio de todos os familiares conseguiremos concluir nosso trabalho.

 

Um trabalho de Edy Colares (Havia copiado deste link http://www.geocities.com/edycolares/

 que deixou de estar disponível)

 

 

 

 

À atenção de Solange Colares

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:30


119 comentários

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De marieth colares farias a 28.01.2011 às 03:17

Olá sou da familia colares que vieram doCeará para o amazonas existem varios descendentes desses colares no Municipio de Borba no Amazonas gostaria que vcs verificassem a origem sobre eles,minha vó se chamava Floriana colares Farias filha desse bravos colares que vieram do Ceará, e é só que eu sei deles!! abraço
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De alaylson colares a 10.07.2011 às 00:23

Olá, sou da família de colares aqui do Pará, especificamente da região nordeste da Cidade de Castanhal, não conheço muito bem a história da família por aqui, mas minha avó conta que reza a tradição, que em 1900 e antigamente as crianças, quando batizadas, recebiam o sobrenome dos padrinho.
Há, sei que nossa família tem brasão e uma vez encontrei na internet, mas foi apagado do meu pc, caso você tenha essa imagem por favor publique.
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De Danielle Colares Lins a 07.02.2012 às 23:46

Olá sou Colares aqui do Norte! Sou de Manaus e também gostaria de saber mais sobre a minha família ..um abraço.
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De Danielle Colares Lins a 07.02.2012 às 23:50

Olá sou Colares aqui do Norte! Sou de Manaus e também gostaria de saber mais sobre a minha família ..um abraço. Ah, por aqui todos acreditam que a família Colares veio da Espanha e não Portugal, vamos desvendar então?
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De cristiane colares a 14.04.2012 às 05:48

Ola sou Cristiane colares e neta de Luiz Mamede colares de mostardas.
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De jayme collares neto a 07.05.2012 às 20:21

Conheci seu avô em 1999, inclusive tirei uma foto dele. Na oportunidade lhe presenteei com a árvore genealógica de sua família, que ele me disse que ia dar para uma filha que morava em Porto Alegre.
Grande abraço deste seu parente distante.
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De Marcelo de Oliveira Collares Machado a 25.06.2012 às 20:08

Sou Marcelo de Oliveira Collares Machado

FILHO DE JOSÉ LUIZ COLLARES MACHADO

NETO DE ULISSES COLLARES MACHADO
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De jayme collares neto a 13.11.2012 às 11:42

Oi Marcelo, só uma pequena correção, o seu avô se chamava Ulisses Machado, era jornalista, quem era Collares era a sua avó Élida, tenho uma foto dela, se quiser lhe envio (jayme.collares@terra.com.br).
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De Marcelo Collares a 18.12.2012 às 13:41

Jaime,...gostaria que me enviasse,...de onde falas?... cidade,.. que prazer alguém saber mais do que eu a minha história,..os Collares Machado são fechados ao passado...

meu mail mcmfck1256@gmail.com

fone 51-91996334

Abraços
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De Luciana a 09.07.2012 às 00:35

Olá, achei super interessante esse post, pois sempre fui curiosa em relação a esse sobrenome tão pitoresco. Minha curiosidade é ainda maior porque a família da minha mãe era a única Colares da cidade onde ela nasceu (Parintins-AM). Quando a família se mudou pra capital Manaus, também continuava sendo a única família Colares, mas nos últimos anos vimos que o sobrenome deu um boom. Minha mãe nunca soube como a família veio parar no Norte, só sabia da origem portuguesa, a outra parte da família da minha mãe é italiana e também usa o Colares. Sempre achamos intrigante e fascinante a origem do nosso sobrenome que é tão forte que se tornou o principal (no caso seria do nosso pai e não é).
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De jayme collares neto a 03.01.2013 às 06:25

Ô Luciana, não é só com você, em todo o Brasil muita gente que não é Collares por parte de pai adota ou conserva esse sobrenome... Por quê? Talvez porque ser Collares parece mais interessante para essas pessoas do que ter um sobrenome mais comum... Cá entre nós, é um sobrenome bastante sonoro, não achas? Ainda mais com dois "LL"... Que pena que, em Portugal, Salazar acabou com esse traço romântico da nossa bela língua portuguesa, de ter consoantes dobradas... Felizmente nós, no Brasil, nunca precisamos seguir essa lei... Aliás, não seguimos nem mesmo nossas próprias leis... rsrsrsrs
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De Thiego Riker a 03.12.2012 às 05:47

Olá, boa noite!

Sou Thiego Riker, membro da família Riker, de Charleston, Carolina do Sul, que imigrou para o Brasil, após o termino da guerra de Secessão. Meu trisavô, David Bowman Riker, tinha seis anos quando seu pai, veio com a família para o Brasil, se estabelecendo em Santarém, do Pará. Ele casou, com uma jovem, de nome, Carolina Rodrigues Collares.

Sobre o sobrenome, Collares, tenho a seguinte informação:

COLARES - Sobrenome de origem geográfica, do lugar Colares. Do ant. colle, sign. 'outeiro', e do suf. -ar (Antenor Nascentes, II, 77; Anuário Genealógico Latino, IV,19). Família estabelecida no Rio Grande do Sul, que teve princípio em José Luiz Colares [c.1764-?], que deixou numerosa descendência de seu cas., cas. 1789, Mostardas (RS), com Ana Inácia de Jesus. Família estabelecida no Pará, procedente de José Francisco Collares [c.1810. Mafra, Portugal - ?], filho de Manuel Francisco Collares de Maria. Deixou geração do seu cas., em 1836, no Pará, com Maria Pacheco." Dicionário das Famílias Brasileiras, vol. I, p. 757-758

Infelizmente, não tenho muitas informação, mas o que eu sei, que os Collares de Santarém, são descendentes de Jośe Francisco Collares. Tanto que o seu nome, foi dado aos membros da famĺia, mas sua informação, pod mudar o rumo de minha pesquisa.


Você escreveu em seu blog:

Os Collares Índios de Santo Antônio da Patrulha. A única notícia da existência dessa família é o registro de batizado de Catarina, filha de um índio chamado Luiz Collares e de sua mulher Maria Rodrigues, datado de 1791. Possivelmente essa família se extinguiu. A existência desse índio chamado Luiz Collares em 1791 é um dos mistérios de nossa família que talvez jamais será esclarecido.


Interessante, essa informação, pois o nome dos Collares de Santarém, são Rodrigues Collares. Trancrevo algumas informações para você, do meu livro, que ainda estou escrevendo:


A primeira sepultura, localizada na area historica do cemitério, se ecnontra em nome de Joaquim Rodrigues Collares. Na lápide, tem o seguinte escrito: AQUI JAZEM OS RESTOS MORTAIS DO DR. JOAQUIM RODRIGUES COLLARES. NASCEU EM 20 DE DEZEMBRO DE 1856. FALLECEU EM 15 DE SETEMBRO DE 1894. LEMBRANÇA DE SUA SEGUNDA ESPOZA E FILHOS
A segunda sepultura, localizada atrás da capela, lado esquerdo, se encontra em nome de José Rodrigues Collares, que nasceu em 1858, e faleceu em 19 de fevereiro de 1921. Na lápide, tem a seguinte escrição: AQUI REPOUZAM OS RESTOS MORTAIS DO PROFESSOR JOSÉ RODRIGUES COLLARES - LEMBRANÇA DE SEU FILHO – FRANCISCO DE SOUZA COLLARES.

De acordo com informações, eles eram filhos de um Coronel, de nome, Joaquim Rodrigues Collares. A única informação, documental que tenho, é um antigo jornal: Imperio do Brasil: Diario Fluminense - 1825 a 1831 – PR_SOR_00010_706744, que pode ser verificado, no seguinte site:


http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspxbib=706744&pagfis=6948pesq=memoria.bn.br+coronel+joaquim+rodrigues+collares

Minha avó, afirma que, que os Collares, tem também uma origem indigina..... Será, que os Rodrigues Collares de Santarém, não são descendentes do Luiz Collares, e de sua mulher Maria Rodrigues?
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De jayme collares neto a 10.01.2013 às 03:41

Já expus ao amigo Thiego, por e-mail, as razões por que acho que seria improvável que os Rodrigues Collares de Santarém pudessem ser descendentes daquele índio Luiz Collares, de Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul. Esse comentário é só para registrar isso, e também o aproveito para expor estas outras opiniões minhas, que acho que poderiam ser úteis para outros que acessam esse blog.
Esse "Dicionário de Famílias Brasileiras" citado pelo Thiego não apresenta, nem caberia esperar que pudesse apresentar, um panorama completo sobre as numerosas famílias Collares (ou Colares) que existem no Brasil. Além disso, as informações que apresenta a respeito de uma dessas famílias, a dos descendentes de José Luís Collares, não são exatas. Essa família, que é a mais antiga do Rio Grande do Sul (e do Uruguai), não tem nenhuma relação com a dos Collares de Santarém. Podem ser parentes, mas, se são, são por causa de algum antepassado comum da Vila de Colares (a de Portugal), não por causa do sobrenome, porque o sobrenome foi adotado no Brasil, não veio de Portugal. E os Colares de Portugal também são Colares porque adotaram esse sobrenome, não são nem mesmo famílias mais antigas do que as mais antigas famílias Collares do Brasil.
Existem várias famílias Collares, ou Colares, tanto no Brasil como em Portugal, e muitas delas nem mesmo tiveram origem em um antepassado que veio da Vila de Colares. Quer dizer que o fato de duas pessoas terem o mesmo sobrenome Collares pode não passar de pura coincidência.
Não existe um "brasão dos Collares", e, se existe, é apócrifo, isto é, não passa de um belo desenho que um dia alguém de alguma das dezenas de famílias Collares resolveu fazer. Esse tal de "brasão dos Collares" que anda aí pela internet não tem valor heráldico, isto é, não foi concedido, nem pelo Rei de Portugal, nem pelo Imperador do Brasil. Pois nunca houve um Collares barão, marquês, visconde etc., nem em Portugal, nem no Brasil, nem em parte alguma do mundo.
Mas, digamos que eu esteja desinformado, e que houve, sim, talvez em Portugal, um Collares barão, marquês etc. Mesmo assim, para alguém copiar esse "brasão dos Collares" que anda pela internet e pendurá-lo na parede da sala, tem de provar que é descendente desse tal barão, marquês etc., quer dizer, não basta ser Collares, pois, como eu disse, existem dezenas de famílias Collares, que nada têm a ver umas com as outras. Não são dezenas de ramos de uma mesma família, mas dezenas de famílias totalmente diversas.
Aquela lenda de que "todos os Collares são parentes" não passa de uma lenda mesmo. Por exemplo, os Collares de Mostardas-RS não são uma família só, mas duas: tem os que descendem de José Luís Collares (1751-1795) e os que descendem de Joaquim Ignácio Collares (1793-1857), sendo que esse Joaquim Ignácio Collares não nasceu na Vila de Colares (em Portugal), mas no Estreito, e não nasceu Collares, mas Pereira Machado. Ele adotou o sobrenome Collares em 1825, porque era sócio de dois filhos daquele José Luís Collares. (Esse Joaquim se uniu a Generosa Maria Barcellos de Oliveira e teve, entre outros, o filho Genuíno Ignácio Collares, que foi o tronco dos Collares de Sombrio-SC).
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De Carlota Colares a 24.01.2013 às 20:48

Olá só por curiosidade eu sou a Carlota Colares, sou da vila de Colares de Portugal, e moro em Colares. O meu trisavô já era Colares e sempre fomos de Colares. Cheguei a ouvir uma historia de que um avo do meu avo possivelmente tinha ido para o Brasil, se é verdade não sei! Cá em Portugal tenho quase a certeza que não existe mais nenhuma família Colares, pois houve, penso que uma jornalista, brasileira que também era colares, veio a Portugal e foi a torre do tombo e só nos encontrou a nós.
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De Robson Colares a 11.02.2013 às 01:15

Olá prezados,

Me chamo Robson Assis Colares, de Sao Paulo. Sou neto de Plínio Pinto Colares e Renério Pinto Colares. Aparentemente, antes de Plinio Pinto Colares, todos eram muito influentes na sociedade e atuantes, então isso me gerou muito interesse na família.

Sei que minha família a maioria está na Bahia, Minas, e Belém-Manaus. Alguém tem parentes em comum do ramo "Pinto Colares"?
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De Anónimo a 15.09.2013 às 04:42

Olá, Roberto Colares, sou Maria das Graças Alves Colares Carvalho, filha de Cely Pinto Colares filho do meu avô Antenor Pinto Colares casado com Euzebiana Rosa de Jesus, ele é filho do meu bisavô Renero ou Renério ) Pinto Colares que foi casado com Aninha Maria de Jesus. Somos de Almenara e estou a procura de mais informações para fazer a nossa história da família, o bem mais precioso que temos! Fiquei sabendo pelo meu tio Miltom irmão do meu pai que temos uma tia com 68 anos que chama Lení, ela está morando perto de Nanuque, São Paulo e quero contata-la!
Muito obrigada! mgacolares@yahoo.com.br
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De Robson Assis Colares a 29.12.2014 às 00:41

Olá, somos primos então! Plinio Pinto Colares, meu avô, é irmão de Antenor Pinto Colares! Me contate: robson.acolares@gmail.com ou robsondoegito@gmail.com (facebook)
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De Jayme Collares Neto a 09.04.2013 às 02:18

Carlota, em 1991 eu me correspondi com uma família Reis Colares de Lisboa, cuja origem era aí de Colares (onde moras). Naquele ano eu encontrei cerca de 10 pessoas de apelido Colares no guia telefônico, a maioria na linha de Cascais.
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De aureliana colares a 01.11.2016 às 18:30

oi Carlota Colares gostaria de saber mas sobre esses colares que vieram para o Brasil
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De Thiago Pinto Colares a 02.03.2013 às 18:46

Óla, me chamo Thiago Pinto Colares, sempre ouvir minha bisavó dizer que a familía Colares veio de Portugal, minha bisá se chamava Adelaide Pacheco Colares, dizia ela que grande parte da familía estava no Pará, moro em Manaus/Am.

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  168. N
  169. D